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PF faz operação contra quadrilha que deu golpe de R$ 500 mi em bancos A Polícia Federal fez uma operação contra uma quadrilha especializada em fraudes bancárias, estelionato e lavagem de dinheiro. Entre os alvos estão o presidente e um ex-sócio do grupo Fictor, que chegou a anunciar a compra do Banco Master. Entre os presos estão gerentes de bancos, contadores e pessoas suspeitas de servirem como laranjas. A investigação começou em 2024. Segundo a PF, a organização cooptava gerentes de bancos, que repassavam informações internas e, em alguns casos, inseriam dados falsos nos sistemas. Com essas informações, o grupo criava empresas de fachada, simulava faturamento e conseguia empréstimos de alto valor, que nunca eram pagos. O prejuízo para as instituições financeiras pode chegar a R$ 500 milhões. A Polícia Federal afirma que Thiago Branco de Azevedo era o chefe do esquema. Era ele quem montava as empresas, recrutava os laranjas e oferecia a estrutura a terceiros. A casa dele, em um condomínio de luxo em Americana, foi alvo de buscas. Thiago Branco está foragido. Os policiais também foram até endereços ligados ao grupo Fictor em São Paulo e no Rio de Janeiro. Dos 43 mandados de busca e apreensão, quatro envolvem diretores e funcionários do grupo. Entre eles, Rafael de Gois, sócio-fundador e CEO do Fictor, e o ex-sócio Luiz Rubini. “Nós conseguimos identificar conversas entre o Thiago e os principais integrantes desse grupo. São sócios-diretores. Inclusive, com CEO. Efetivamente houve contato entre eles. Eles se interessaram pelo modo de trabalho, pode se dizer assim, utilizado pelo nosso alvo principal para conseguir os financiamentos. E, a partir daí, eles começaram a interagir e, efetivamente, abriram empresas em nome de laranjas para poder conseguir alavancar valores e fazer, também, uma eventual lavagem de capitais”, afirma o delegado da Polícia Federal Henrique Souza Guimarães. Polícia Federal faz operação contra quadrilha especializada em fraudes bancárias, estelionato e lavagem de dinheiro Jornal Nacional/ Reprodução A Polícia Federal afirma que o Fictor não é alvo da operação, mas investiga a atuação individual de sócios e pessoas ligadas ao grupo no esquema. Em novembro de 2025, o grupo Fictor anunciou a compra do Banco Master, um dia antes de o Banco Central ter anunciado a liquidação extrajudicial do banco de Daniel Vorcaro. Após o episódio, o grupo Fictor enfrentou uma crise de reputação e financeira e entrou em recuperação judicial. Ainda segundo a PF, uma célula do Comando Vermelho, em Piracicaba, usou o mesmo esquema para lavar dinheiro do tráfico de drogas. A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões. Os advogados de Rafael de Gois e de Luiz Rubini afirmaram que vão prestar esclarecimentos às autoridades assim que tiverem acesso ao conteúdo da investigação. O Jornal Nacional não conseguiu contato com a defesa de Thiago Branco de Azevedo. Até o começo da noite, 15 pessoas tinham sido presas; seis continuavam foragidas. LEIA TAMBÉM CEO e ex-sócio do Grupo Fictor, que iria comprar o banco Master de Vorcaro, são alvos de operação da PF sobre fraudes bancárias Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor e alvo de operação da PF por fraudes bancárias