'Estado 51, alguém?': após mirar Canadá, Groenlândia e Cuba, Trump sugere dar a Venezuela status de estado dos EUA
Donald Trump determinou que uma das prioridades do seu governo é aumentar o acesso dos EUA a fontes de minerais críticos e terras raras
EPA
O presidente dos E
1 hora atrás
O legado de Fernando Haddad na economia - O Assunto #1684
Nesta quinta-feira (19), Fernando Haddad encerrou sua gestão à frente do Ministério da Fazenda. No mesmo evento, o presidente Lula anunciou o substituto: o e
1 hora atrás
Criolo, Ana Carolina, Fábio Jr. e Melody: confira o que fazer neste fim de semana no DF
Fábio Jr.
Reprodução/@fabianojrfotos
O fim de semana chegou com muitas opções de lazer e eventos no Distrito Federal.
Os agitos começam já nesta sexta-f
1 hora atrás
Pessoas trans e não binárias poderão retificar nome e gênero em mutirão gratuito no DF
Nova Carteira de Identidade Nacional
Ascom/Polícia Científica
Pessoas trans e não-binárias residentes no Distrito Federal poderão retificar nome e gênero
1 hora atrás
Fraude no INSS: Aposentados e pensionistas podem contestar descontos indevidos até esta sexta
CPMI sobre desconto ilegal de benefícios quer ouvir dez ex-presidentes do INSS
Reprodução/TV Globo
Aposentados e pensionistas podem contestar descontos indev
1 hora atrás
Investigação aponta que menina que desapareceu após sair da escola foi morta por vingança de traficante preso em Salvador
Davi de Jesus Ferreira é apontado como mandante da morte de Thamiris
Divulgação
A Polícia Civil da Bahia (PC-BA) acredita que a morte da adolescente Thamiri
Hospital do RS é condenado por cobrar ilegalmente pacientes do SUS desde 2015 e terá de devolver valores em dobro
Imagem ilustrativa de paciente deitado
Reprodução/ RBS TV
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou que o Hospital São João, em Arvorezi...
20/03/2026 01:00
Hospital do RS é condenado por cobrar ilegalmente pacientes do SUS desde 2015 e terá de devolver valores em dobro (Foto: Reprodução)
Imagem ilustrativa de paciente deitado
Reprodução/ RBS TV
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou que o Hospital São João, em Arvorezinha, pare imediatamente de cobrar qualquer valor de pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo a sentença, a instituição vinha exigindo pagamento por procedimentos que deveriam ser totalmente cobertos pelo sistema público. A prática foi considerada ilegal, e o hospital poderá receber multa de R$ 1 mil para cada nova cobrança irregular que for identificada.
📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp
O g1 entrou em contato com a instituição de saúde, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Hospital é condenado por cobrar pacientes do SUS
A determinação de quarta-feira (18) inclui ainda a devolução dos valores pagos pelos usuários ao longo dos anos. Os ressarcimentos deverão ser feitos em dobro.
Além disso, a magistrada reconheceu que os pacientes foram submetidos a situações de constrangimento e sofrimento, estabelecendo que haverá indenização por danos morais, a ser calculada individualmente na fase de liquidação. O valor dependerá de fatores como estado de saúde do paciente e impacto da cobrança no momento do atendimento.
Cobranças desde 2015
De acordo com a Defensoria Pública, o hospital vinha exigindo pagamentos desde 2015 para consultas, exames, internações e outros serviços que, por lei, devem ser gratuitos quando realizados pelo SUS.
A decisão obriga o hospital a afixar, em um ponto visível da instituição, uma placa informando que o atendimento pelo SUS é universal e não pode ser cobrado. Ao lado do aviso, um quadro deve indicar diariamente quantos leitos SUS estão disponíveis. O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 500.
Hospital alegou limite de atendimentos
No processo, a Defensoria relatou que a prática era recorrente e atingia diversos pacientes. Já o hospital argumentou que teria um número restrito de vagas destinadas ao SUS e que, ao ultrapassar esse limite, estaria autorizado a cobrar pelos atendimentos em caráter particular.
A juíza de Direito Paula Cardoso Esteves rejeitou a justificativa. Segundo a magistrada, os relatos colhidos durante a ação mostram que o atendimento chegava a ser condicionado ao pagamento, mesmo quando a pessoa se apresentava como usuária do SUS.
No entendimento da Justiça, a limitação de vagas não autoriza cobrança em casos de urgência e emergência. A juíza ainda destacou que, quando a rede pública não consegue garantir o atendimento, a lei prevê que o serviço privado seja utilizado, mas o pagamento deve ser feito pelo próprio poder público, não pelo paciente.
Ela também enfatizou que, sendo o único hospital de Arvorezinha, a instituição acabou submetendo moradores a pressões financeiras em momentos de fragilidade.
VÍDEOS: Tudo sobre o RS