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Tyler, The Creator apresenta 'Sugar on my tongue' no Grammy 2026 AP Photo/Chris Pizzello O Lollapalooza 2026 acaba neste domingo (22), com artistas aguardados h
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Katseye se apresentará no Lollapalooza São Paulo Divulgação O girlgroup Katseye, que se apresenta no Lollapalooza 2026 neste domingo (22), estava indo de ve
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Chappell Roan toca 'Good Luck, Babe!' no Lollapalooza É estranho pensar que Chappell Roan lançou só um álbum e está em sua segunda turnê. Outras de seu ra
Diretor-geral da instituição da ONU publicou fotos do local Reprodução Redes/X @DrTedros A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou à agências de not...
Diretor-geral da instituição da ONU publicou fotos do local Reprodução Redes/X @DrTedros A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou à agências de notícias um ataque contra o Hospital de Ensino El-Daein, localizado na região de Darfur Oriental, no Sudão. O bombardeio resultou em um elevado número de vítimas civis e profissionais de saúde. O balanço oficial indica que ao menos 64 pessoas morreram na ofensiva. Entre os mortos, a OMS confirmou a presença de 13 crianças, além de um médico, duas enfermeiras e diversos pacientes. Além das fatalidades, o ataque deixou 89 feridos. Segundo o diretor da organização, oito desses feridos são profissionais de saúde que trabalhavam na unidade no momento da explosão. O bombardeio comprometeu gravemente a infraestrutura do hospital. Foram atingidos e danificados os departamentos de Pediatria, Maternidade e Emergência. O conflito no Sudão é uma guerra civil que eclodiu em abril de 2023 entre as Forças Armadas Sudanesas (SAF), lideradas pelo general Abdel Fattah al-Burhan, e as Forças de Apoio Rápido (RSF), comandadas por Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como Hemedti. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, manifestou-se sobre a tragédia através da rede social X. "A OMS verificou mais um ataque contra a assistência de saúde no Sudão. Desta vez, o Hospital de Ensino El-Daein, na capital de Darfur Oriental, El-Daein, foi atacado, matando pelo menos 64 pessoas, incluindo 13 crianças, duas enfermeiras, um médico e vários pacientes", escreveu o dirigente. Initial plugin text O escritório humanitário da ONU no Sudão também expressou consternação. O órgão afirmou estar chocado "pelo ataque de ontem contra um hospital em Darfur Oriental, que, segundo relatos, matou dezenas de pessoas, incluindo crianças, e deixou ainda mais feridos". Ainda segundo Tedros, "como resultado desta tragédia, o número total de mortes vinculadas a ataques contra unidades de saúde durante a guerra no Sudão ultrapassou 2.000. Ao longo dos quase três anos de conflito, a OMS confirmou que 2.036 pessoas foram mortas em 213 ataques contra o setor de saúde, incluindo o ataque da noite de sexta-feira em Al Deain". Contexto Foto divulgada pelo Conselho Norueguês para Refugiados (NRC) mostra mulheres e crianças deslocadas de El Fasher para um campo de refúgio em Tawila, no Sudão NRC via AP O grupo sudanês de direitos humanos Emergency Lawyers, que monitora as atrocidades no conflito, afirmou que o ataque ao hospital partiu do exército do Sudão. A guerra civil, que opõe o exército regular aos paramilitares das Forças de Apoio Rápido, perdura desde abril de 2023. A disputa tem raízes nas tensões após o golpe militar de 2021, quando os dois generais — antes aliados na derrubada do ditador Omar al-Bashir, em 2019 — entraram em confronto sobre a integração das RSF, ex-milícias, ao exército regular. O conflito já resultou em dezenas de milhares de mortes e milhões de deslocados. Atualmente, a ONU classifica a situação no país africano como "a pior crise humanitária do mundo".