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Você está em um relacionamento abusivo? Tribunal do DF faz quiz para mulheres a identificarem relações violentas

Psicólogo alerta que é importante ficar atento aos sinais de que o relacionamento é abusivo, desde o início da relação Freepik Com sentimentos envolvidos...

Você está em um relacionamento abusivo? Tribunal do DF faz quiz para mulheres a identificarem relações violentas
Você está em um relacionamento abusivo? Tribunal do DF faz quiz para mulheres a identificarem relações violentas (Foto: Reprodução)

Psicólogo alerta que é importante ficar atento aos sinais de que o relacionamento é abusivo, desde o início da relação Freepik Com sentimentos envolvidos, pode ser difícil perceber que uma relação não faz bem. O resultado é que muitas mulheres se encontram em relacionamentos abusivos sem se darem conta da situação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Para que as mulheres consigam identificar se vivem esse tipo de relação, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) fez um quiz com 17 perguntas, que o g1 reproduz abaixo. De acordo com a Corte, se a mulher marcar uma ou mais opções, é preciso ficar atenta ao comportamento do companheiro. Se for o caso, é preciso denunciar (veja onde no fim da matéria). Como saber se estou vivendo um relacionamento violento? Tipos de violência A Lei Maria da Penha define cinco formas de violência doméstica contra a mulher: Física: bater; empurrar, puxar o cabelo, chutar, jogar objetos, beliscar, morder, queimar, tentar asfixiar. Psicológica: ridicularizar, ameaçar, chantagear, humilhar, isolar, impedir contato com amigos e familiares, vigiar, controlar, privar liberdade, impedir de trabalhar e estudar. Sexual: forçar relação, forçar gravidez, forçar aborto, realizar toques e carícias sem consentimento. Patrimonial: destruir objetos pessoais ou domésticos, reter ou subtrair bens, valores, documentos e instrumentos de trabalho. Moral: caluniar; difamar; injuriar, xingar. Além disso, há um ciclo de violência, composto por três fases, em que as mulheres vítimas de violência muitas vezes têm dificuldade de sair, de acordo com o Ministério Público do DF: Acumulação de tensão: nessa fase acontecem incidentes como agressões verbais, ameaças e destruição de objetos. A vítima geralmente acredita que pode contornar o problema e que a situação está sob controle. Explosão: a tensão acumulada na fase anterior evolui para agressões físicas de variadas intensidades. A constatação da violência pela vítima pode levá-la a denunciar o agressor e a procurar ajuda. Lua de mel: nessa fase ocorre a manifestação de arrependimento do agressor, que geralmente diz que vai mudar e justifica as agressões por ciúme, desequilíbrio emocional, estresse e/ou alcoolismo. "A vítima acredita que o episódio foi um incidente e acaba se reconciliando com o agressor", aponta o MP do DF. Se não houver mudança e o agressor não for responsabilizado, o ciclo de violência pode se agravar, alerta o MP. Em 2025, foram 1.470 casos de feminicídio de janeiro a dezembro, ou seja, 4 mulheres mortas por dia, conforme dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O número é o maior da série histórica. Onde buscar mais informações? Centos Especializados de Atendimento à Mulher (CEAMs) Os Centros Especializados de Atendimento à Mulher (CEAM) oferecem acolhimento e acompanhamento social, psicológico, pedagógico e de orientação jurídica às mulheres em situações de violências de gênero. Buscam promover e assegurar o fortalecimento da autoestima, da autonomia e o resgate da cidadania das mulheres, além da prevenção, interrupção e superação das situações de violações aos seus direitos. 👉 Os atendimentos nos CEAMs podem ser marcados de forma on-line, por meio deste link. Site do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios No site do Tribnal de Justiça, é possível conferir: cartilhas explicativas sobre os diferentes tipos de violência que a vítima pode sofrer; como denunciar situações de violência contra as mulheres; explicações sobre a Lei Maria da Penha e sobre medidas protetivas; informações sobre como solicitar uma medida protetiva contra um agressor. 👉 Confira as informações neste link. Rede de Proteção às Mulheres do Distrito Federal Para buscar instituições que oferecem assistência e atendimento em relação à violência, aos cuidados com saúde mental entre outros pontos, um catálogo foi feito para dar acesso aos diferentes serviços oferecidos na Rede de Porteção às Mulheres no Distrito Federal. 👉 Consulte o site com possibilidade de pesquisa de instituições em diferentes regiões do DF neste link. Violência contra mulher: como pedir ajuda Como denunciar a violência? Fachada da Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (DEAM II) SSP-DF/Divulgação A Secretaria de Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP) tem canais de atendimento que funcionam 24h. As denúncias e registros de ocorrências podem ser feitos pelos seguintes meios: Telefone 197 Telefone 190 E-mail: denuncia197@pcdf.df.gov.br Delegacia eletrônica WhatsApp: (61) 98626-1197 O DF tem duas delegacias especializadas no atendimento à mulher (Deam), na Asa Sul e em Ceilândia, mas os casos podem ser denunciados em qualquer unidade. Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) Endereço: EQS 204/205, Asa Sul Telefones: (61) 3207-6195 e (61) 3207-6212 Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (DEAM II) Endereço: QNM 2, Conjunto G, Área Especial, Ceilândia Centro Telefone: (61) 3207-7391 Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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