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Trump diz não saber se novo líder do Irã está vivo: 'Me disseram que ele perdeu uma perna'

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Trump diz não saber se novo líder do Irã está vivo: 'Me disseram que ele perdeu uma perna'
Trump diz não saber se novo líder do Irã está vivo: 'Me disseram que ele perdeu uma perna' (Foto: Reprodução)

Donald Trump discursa antes de almoço no Kennedy Center, em Washington, ao lado de sua chefe de gabinete, Susie Wiles, em 16 de março de 2026 Jonathan Ernst/Reuters O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (16) não saber se o novo líder do Irã, Mojtaba Khamenei, está vivo. Segundo Trump, informações da inteligência norte-americana indicam que Khamenei foi gravemente ferido em um ataque aéreo a Teerã e "perdeu uma perna". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: acompanhe todas as últimas notícias da guerra do Irã "Não sabemos... se ele está morto ou não. Devo dizer que ninguém o viu, o que é incomum", disse ele durante entrevista na Casa Branca. "Muitas pessoas dizem que ele está gravemente desfigurado. Dizem que ele perdeu a perna... e que foi gravemente ferido. Outras pessoas dizem que ele está morto". Mojtaba Khamenei assumiu a liderança do Irã após seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, morrer nos ataques dos Estados Unidos e de Israel que deram início à atual guerra no Oriente Médio. Desde então, o novo líder não apareceu em público e fez um pronunciamento por escrito. "Não sabemos quem é o líder deles (Irã). Temos pessoas querendo negociar. Não temos ideia de quem sejam", disse Trump. Questionado, na entrevista, sobre possibilidades de que a oposição assuma o poder, o norte-americano disse que as condições para os grupos de oposição iranianos são difíceis e afirmou que o governo iraniano segue matando manifestantes. Pressão a aliados Na entrevista, Trump também voltou a dizer que "destruiu" a capacidade militar do Irã e pressionou aliados a ajudar a liberação do Estreido de Ormuz com forças militares. O Irã fechou o corredor marítimo após ser atacado por EUA e Israel, em 28 de fevereiro. Segundo Trump, seu secretário de Estado, Marco Rubio, vai anunciar países que formarão uma coalizão para manter o local aberto à navegação. Em um discurso durante um evento no Kennedy Center, em Washington, o republicano disse que os iranianos não têm mais muitos mísseis à sua disposição e que Teerã "não têm muito mais tiros para dar". Segundo Trump, a campanha militar dos EUA contra o Irã já atingiu mais de 7.000 alvos em toda a República Islâmica e segue atacando o país "com força máxima". Irã nega ter procurado os EUA para negociar cessar-fogo Em sua fala, ele reiterou seu apelo às nações europeias e asiáticas para que ajudem a reabrir o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, dizendo que alguns países lhe informaram que estavam a caminho, enquanto outros não se mostraram muito entusiasmados em ajudar. "Encorajamos veementemente outras nações cujas economias dependem muito mais dessa passagem do que a nossa. Obtemos menos de 1% do nosso petróleo pelo Estreito", disse Trump. "China, países europeus e Coreia do Sul: Alguns países obtêm muito mais. O Japão obtém 95%, a China 90%, muitos europeus obtêm uma quantidade considerável. A Coreia do Sul obtém 35%, então queremos que eles venham nos ajudar com o Estreito." Trump quer que as nações ajudem a policiar o estreito depois que o Irã respondeu a ataques de EUA e Israel usando drones, mísseis e minas para efetivamente fechar o canal para os petroleiros que normalmente passam pelo local — responsável por escoar um quinto do petróleo e gás natural liquefeito do mundo. Vários aliados dos EUA disseram nesta segunda-feira que não tinham planos imediatos de enviar navios para desbloquear o Estreito de Ormuz. "Alguns [países] estão muito entusiasmados com isso, e outros não. Alguns são países que ajudamos por muitos e muitos anos. Nós os protegemos de fontes externas terríveis, e eles não estavam tão entusiasmados. E o nível de entusiasmo importa para mim", disse Trump em um evento na Casa Branca. Trump disse "não estar feliz" com o Reino Unido pela falta de apoio com o projeto. Ele afirmou que os EUA "não precisam" do petróleo iraniano. Nesta segunda, o Irã negou ter solicitado um cessar-fogo aos Estados Unidos, ao contrário do que Trump havia declarado no fim de semana. Apesar da negativa, o chanceler iraniano deu o primeiro indicativo de que seu governo vai permitir a circulação limitada de embarcações no Estreito de Ormuz. Araqchi afirmou, de acordo com a agência SNN, que o estreito está fechado apenas para "inimigos e aqueles que apoiam sua agressão". O escoamento de petróleo iraniano foi diretamente atacado no domingo (15), quando os EUA bombardearam a ilha de Kharg, local estratégico para a economia do país. 'Não se sabe' se novo líder supremo do Irã está vivo Ao respondea à pergunta de um repórter, Trump disse que "não se sabe" se o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, "está vivo ou não". De acordo com o republicano, há relatos de inteligência que Mojtaba, filho de Ali Khamenei, morto no dia 28, teria perdido uma perna nos bombardeios. Novos ataques com mísseis e drones No Golfo Pérsico, Arábia Saudita, Kuwait e Bahrein relataram novos ataques com mísseis ou drones nesta segunda-feira. No domingo, o Irã pediu a evacuação de três grandes portos nos Emirados Árabes Unidos, na primeira ameaça de Teerã a instalações não pertencentes aos EUA no Golfo Pérsico. O governo iraniano acusou os EUA de lançarem ataques na sexta-feira contra a ilha de Kharg — onde fica o principal terminal petrolífero iraniano. No domingo, o governo norte-americano divulgou imagens do ataque. Cresce o impacto da guerra na região No Irã, a Cruz Vermelha disse que mais de 1.300 pessoas morreram por conta dos ataques dos Estados Unidos e de Israel. O Ministério da Saúde iraniano afirmou que 223 mulheres e 202 crianças estão entre os mortos, segundo a agência oficial do Judiciário, Mizan. Em Israel, 12 pessoas morreram por ataques de mísseis iranianos e outras ficaram feridas, incluindo três no domingo. Pelo menos 13 militares dos EUA morreram, seis deles em um acidente aéreo no Iraque na semana passada. No Líbano, ao menos 820 pessoas morreram, segundo o Ministério da Saúde local, desde que o grupo apoiado pelo Irã Hezbollah atacou e Israel respondeu com bombardeios e envio de tropas adicionais ao sul do país. Em apenas 10 dias, mais de 800 mil pessoas — quase um em cada sete habitantes do Líbano — foram deslocadas. Novos ataques iranianos contra Israel Israel disse na madrugada de segunda-feira que o Irã lançou mísseis em direção ao território israelense. Antes disso, vários ataques atingiram o centro de Israel e a área de Tel Aviv, causando danos em 23 locais e provocando um pequeno incêndio. Os militares israelenses afirmam que o Irã está disparando bombas de fragmentação, capazes de escapar de algumas defesas aéreas e espalhar "submunições" em vários pontos.

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