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Trechos pavimentados, custos e onde se hospedar: saiba como chegar ao Jalapão

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Trechos pavimentados, custos e onde se hospedar: saiba como chegar ao Jalapão
Trechos pavimentados, custos e onde se hospedar: saiba como chegar ao Jalapão (Foto: Reprodução)

Dunas do Jalapão, um dos atrativos mais visitados do Jalapão Walker Ribeiro/Governo do Tocantins A viagem de Palmas até o Jalapão conta atualmente com uma alternativa mais acessível. Para chegar a São Félix — porta de entrada do Jalapão —, eram necessárias até cinco horas de viagem. No entanto, com parte do percurso agora asfaltado, esse tempo diminuiu. O g1 preparou um guia com percursos, preços, roteiros de visitação e locais de hospedagem, entre outras dicas, para um dos destinos mais cobiçados do país: o Jalapão. Confira a seguir. Alternativas para chegar ao Jalapão Com cerca de 50 km de asfalto, o turista consegue chegar em menos de três horas seguindo pela TO-247, que liga Lagoa do Tocantins a São Félix. Com isso, a viagem aos destinos turísticos, que já foram até mesmo cenários de TV e cinema, conta com dois caminhos principais saindo da capital. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Um dos caminhos é a Rota Norte, via Novo Acordo, passando por Lagoa do Tocantins até Ponte Alta. A segunda é a Rota Sul, que se dá por meio do trajeto entre Ponte Alta do Tocantins e Mateiros, com cerca de 170 km. Rota Norte: Atualmente, o trecho entre Lagoa do Tocantins e São Félix conta com pavimentação parcial, com aproximadamente 70% das obras concluídas. É a rota mais ágil no momento. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para este caminho, uiliza-se a TO-020 e a TO-247. Ideal para quem quer chegar rápido aos fervedouros de São Félix, como o famoso Bela Vista. "Dá para ir de carro simples?" A dúvida é comum, e o guia turístico Felipe Rocha, que atua há anos no parque, traz a realidade das estradas até o Jalapão. Segundo Felipe, "o asfalto facilita, mas a região ainda exige experiência em condução e um veículo adequado para evitar embaraços pois ainda tem uma parte não pavimentada", explica. LEIA TAMBÉM: Gruta com labirintos e 'piscina de chão de mármore' são atrativos turísticos em cidade no Tocantins; VÍDEO Águas cristalinas e paisagens memoráveis: descubra oásis no meio do cerrado no TO Lagoa do Japonês: saiba como chegar e quanto custa para curtir o atrativo Rota Sul: Passa pela BR-010 e pela TO-050, sendo composta integralmente por estradas de terra, cujas condições variam conforme o período. Em épocas de chuva, é comum a ocorrência de atoleiros, enquanto, no período seco, há grande volume de areia solta, o que também pode dificultar o deslocamento. Esse caminho é considerado pelo guia estratégico para quem não quer perder o Cânion Sussuapara e o pôr do sol na Pedra Furada. Além disso, para visitar as Dunas ou o Rio Novo, o carro 4x4 continua sendo obrigatório, segundo Felipe. “Alguns fervedouros em São Félix podem, sim, ser visitados sem um carro com tração. No entanto, há um desgaste maior, pois as estradas de acesso aos atrativos não são boas. Já para ir às Dunas e ao Rio Novo, por exemplo, o uso de um veículo 4x4 é obrigatório”, alerta o guia. Felipe Rocha no Morro do Sereno, no Jalapão Arquivo Pessoal/Felipe Rocha Os roteiros geralmente incluem experiências como visitas a fervedouros (Buritis, Macaúbas, Bela Vista e Alecrim), pôr do sol nas dunas, visita à Serra da Catedral e contato com o artesanato local. O melhor período para visitação compreende os meses de maio a agosto. Ainda assim, o período chuvoso não inviabiliza a visita, apenas exige maior atenção às condições das estradas. Atrativos mais procurados Lagoa do Japonês Fervedouros (diversos) Dunas do Jalapão Cachoeira da Velha Cachoeira da Formiga Pedra Furada Prainha do Rio Novo Os roteiros geralmente incluem experiências como visitas a fervedouros (Buritis, Macaúbas, Bela Vista e Alecrim), pôr do sol nas dunas, visita à Serra da Catedral e contato com o artesanato local. Saiba quanto custa para curtir o local Para uma experiência mínima, o guia recomenda pelo menos três dias de roteiro. Ir e voltar no mesmo dia é considerado inviável devido às distâncias. Os custos estimados para uma viagem individual são: Combustível: Considere o valor do diesel (para 4x4) ou gasolina; *Observação: O consumo aumenta em estradas de areia; Entradas e taxas de voucher: Entre R$ 25 e R$ 50 por pessoa; Alimentação: Entre R$ 50 e R$ 80 a refeição completa por pessoa; *Observação: É preciso agendar as refeições com antecedência. As pousadas oferecem cardápio digital, mas é necessário o contato prévio para solicitar o preparo; Hospedagem: Entre R$ 150 a R$ 350 (apartamento simples) / de R$ 400 a R$ 650 (apartamento duplo); Observação: As cidades-base são Ponte Alta (portal de entrada), Mateiros (próximo às Dunas e Fervedouro do Ceiça) e São Félix (onde há fervedouros como o Alecrim e Bela Vista); Guia ou condutor ambiental: média de R$ 200 (diária). Checklist de segurança Para quem vai por conta própria, o guia Felipe Rocha lista itens que não podem faltar no porta-malas: Estepe revisado e cheio. Ferramentas básicas (macaco, chave de roda). Kit de sobrevivência: Muita água e lanches (em caso de ficar parado esperando socorro, já que o sinal de celular é inexistente na estrada). Respeito ao meio ambiente: "Traga seu lixo de volta ou descarte na cidade", reforça o guia. Não confie cegamente no GPS, pois ele pode falhar na região. O guia conta que não há grandes histórias negativas, mas o “perrengue” mais comum é o turista ficar parado por horas esperando alguém passar para ajudar em caso de pane, ressaltando a importância de estar acompanhado por um especialista. “Pode acontecer de um carro quebrar e você precisar de sinal de internet, que só está disponível em restaurantes, pousadas ou na cidade. Se o turista ficar parado no meio da estrada, pode ter que esperar a passagem de um socorro, que pode variar de minutos a horas, dependendo do dia e do local. Por isso, a orientação é ter um guia acompanhando caso não conheça a região”, completa o guia turístico. A Secretaria do Turismo (Setur) informa que, para contratar ajuda turística, o destino conta com diversas agências e operadoras credenciadas, especialmente nos municípios de São Félix do Tocantins e Mateiros. A contratação de serviços locais é fundamental, não apenas pela segurança, mas também pela contribuição ao desenvolvimento econômico das comunidades e à sustentabilidade do destino. A Setur também reforça que os visitantes devem adotar práticas responsáveis, respeitando as normas ambientais e as orientações dos guias locais, uma vez que o Jalapão possui ecossistemas sensíveis. Além disso, destacou a importância de valorizar as comunidades locais, priorizando serviços, hospedagens e produtos da região, fortalecendo o turismo de base local. Os fervedouros do Jalapão são nascentes de rios subterrâneos que formam piscinas naturais Arquivo Pessoal/Felipe Rocha Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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