Suspeitos são presos por associação e tráfico de drogas em Barra Mansa
Homem e mulher são presos com drogas em ação policial em Barra Mansa Divulgação Um homem, de 36 anos, e uma mulher, de 23, foram presos na tarde desta quin
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Depoimentos da tentativa de delação de Daniel Vorcaro podem não ser tão rápidos. Isso porque eles dependem de um roteiro que está só começando. O que se
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Mendonça autoriza transferência de Vorcaro de presídio federal para Superintendência da PF A transferência nesta quinta-feira (19) do banqueiro Daniel Vorc...
Mendonça autoriza transferência de Vorcaro de presídio federal para Superintendência da PF A transferência nesta quinta-feira (19) do banqueiro Daniel Vorcaro de um presídio federal para a superintendência da Polícia Federal (PF) é o indicativo mais evidente de que o processo de delação premiada já começou. A mudança do local de prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Até a última atualização deste post, o motivo da transferência ainda não tinha sido divulgado oficialmente. A Superintendência da Polícia Federal é o mesmo local onde ficou preso o ex-presidente Jair Bolsonaro e para onde também foram levados delatores de Brasília em outros processos e escândalos. A transferência é o sinal mais eloquente de que o processo está em curso. Na carceragem ou em uma sala da PF, Vorcaro passa a ficar mais acessível a conversas. Uma delação premiada começa com o investigado relatando — com tudo devidamente gravado — o que pretende revelar. A chegada à PF é o primeiro passo do roteiro da colaboração, com uma exposição inicial dos fatos. Exposição, porque não basta apenas dizer: o delator precisa apresentar provas ou, ao menos, indicar onde elas podem ser encontradas. Nesse momento, o delegado responsável pela investigação, ao lado de agentes e outros delegados, inicia o procedimento formal: liga a gravação, pergunta se o investigado abre mão do direito ao silêncio e dá início ao depoimento. Essa, porém, é apenas a primeira etapa. Em seguida, a polícia verifica as informações, comunica o juiz — no caso, o ministro André Mendonça — e, em algum ponto desse processo, caberá a ele decidir se homologa ou não a delação. Prisão de Vorcaro e possibilidade de delação Vorcaro na prisão Reprodução Daniel Vorcaro foi preso no início de março durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. No dia 6, ele foi transferido do Complexo Penitenciário de Potim (SP), no interior paulista, para a Penitenciária Federal em Brasília. Na quarta-feira (18), a TV Globo apurou que o advogado de Vorcaro, José Luís Oliveira Lima, procurou a PF para informar sobre o interesse do banqueiro em firmar um acordo de delação premiada. Questionado pela TV Globo, o advogado de Vorcaro afirmou que não vai comentar o caso neste momento. Segundo ele, a decisão se deve à "sensibilidade do caso". Na terça-feira (17), a nova defesa de Vorcaro também se reuniu com o ministro André Mendonça, que é o relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). O encontrou tratou dos desdobramentos do caso. E, de acordo com relatos, os advogados apontaram ao ministro que uma das possibilidades avaliadas por Vorcaro é uma delação premiada. Conhecido como Juca, o responsável pela defesa é dono de um currículo com diversos acordos de delação premiada em casos de grande repercussão – caso do empreiteiro Léo Pinheiro, da construtora OAS, na Operação Lava Jato.