Pinacoteca Benedicto Calixto recebe exposição 'Santos 480 anos – Berço do Brasil Moderno'
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Trata Brasil: Rio Branco é a cidade que menos investiu em saneamento, diz relatório A capital Rio Branco é a cidade que menos investe em saneamento básico no país. Conforme dados divulgados pelo Instituto Trata Brasil na última quarta-feira (18), o município destinou apenas R$ 8,99 por habitante. O investimento mínimo deveria ser 25 vezes a mais do que este valor. Em comparação com o estudo anterior, a maior cidade do Acre caiu uma posição e ocupa a 98ª posição no Ranking do Saneamento 2026, à frente somente de Porto Velho (RO) e Santarém (PA). ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Os dados fazem parte do levantamento anual sobre saneamento nas grandes cidades brasileiras, elaborado com base nas informações mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), referentes a 2024. Até 2017, o instituto utilizava o recorte das 10 melhores e 10 piores cidades, e Rio Branco não aparecia nos rankings. Com a adoção da análise de 20 melhores e 20 piores cidades em 2018, a capital acreana surgiu entre os piores índices. Considerando o investimento por habitante, Rio Branco está na 100ª posição entre as 100 maiores cidades, com média de R$ 8,99, muito abaixo do estimado pelo Plano Nacional de Saneamento (PLANSAB), que estabelece o valor mínimo de R$ 231,09 para garantir a universalização dos serviços de distribuição de água e tratamento de esgoto. LEIA TAMBÉM: Mais da metade das grandes cidades do Brasil investe menos de R$ 100 por habitante em saneamento Acre é o estado que menos investe em saneamento no país, aponta estudo Ranking do Saneamento: Tratamento de esgoto de Rio Branco atende 20,6% da população e está entre os 20 piores pelo 6º ano Em maio de 2021, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, e o governador Gladson Camelí assinaram o termo de reversão do Sistema de Saneamento Básico para a prefeitura. A responsabilidade do saneamento básico e da distribuição de água, constitucionalmente, pertence ao município, mas um acordo feito há anos deixou esse serviço a cargo do Estado, por meio do Departamento de Água e Saneamento do Acre (Depasa). Com a assinatura do termo de reversão, a responsabilidade voltou a ser da prefeitura. Na época, o prefeito Tião Bocalom disse que a ideia era não deixar faltar o abastecimento para a população mais pobre. A municipalização do serviço foi uma das promessas de campanha de Bocalom. Capital acreana investiu apenas R$ 8,99 por habitante em saneamento básico Secom/Saerb O estudo também destaca que o Marco Legal do Saneamento estabelece a meta de fornecimento de água para 99% da população e coleta e tratamento de esgoto para 90%, até 2033. “Ressalta-se que mesmo dentre os 20 mais bem colocados do Ranking de 2026, apenas 50% deles já atende às metas do Novo Marco Legal do Saneamento Básico, o que somente reforça a urgência de maior atenção ao saneamento básico no Brasil”, destaca. Acesso à água potável e coleta de esgoto Rio Branco também ficou na 97ª posição no ranking de porcentagem da população com acesso à água potável. De acordo com o relatório, 46,74% dos moradores da capital acreana contam com o serviço que, agora, é prestado pelo Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb). Por meio de nota, o Saerb afirmou que atua dentro de sua competência legal na operação e manutenção dos sistemas de esgotamento sanitário. “No entanto, é importante esclarecer que diversas obras executadas em Rio Branco por outros órgãos não foram devidamente concluídas ou formalmente repassadas à autarquia, o que compromete diretamente o pleno funcionamento dessas estruturas”, diz parte do posicionamento. Segundo o órgão, ainda existe um sistema que opera de forma parcial, associado à ocorrência de ligações clandestinas. (Veja o posicionamento completo no final da reportagem) “Essa situação impacta negativamente o desempenho do sistema, além de representar riscos sanitários e ambientais à população”, detalha parte da nota. A capital acreana também está entre as 10 cidades com maior índice de perdas na distribuição de água, em 94º lugar, com uma taxa de 53,35% de volume perdido na distribuição do consumidor. “Das 27 capitais brasileiras, somente cinco possuem ao menos 99% de abastecimento total de água. E embora a média do indicador seja de 93,67% a situação no país é bastante heterogênea, pois há capitais na macrorregião Norte com indicadores próximos ou abaixo de 50%, como Rio Branco, com 46,74 e Porto Velho, com 30,74%”, aponta o estudo. Rede de tratamento de esgoto de Rio Branco atende 25,07% da população, aponta Trata Brasil Reprodução/Rede Amazônica Acre Outro fator que apresentou mais um resultado ruim da capital acreana no estudo foi a cobertura de coleta de esgoto. Aparecendo na 92ª posição entre as 100 cidades com maiores populações, Rio Branco teve apenas 25,07% da população contemplada pelo serviço. Mais da metade dos 100 municípios mais populosos do Brasil investe menos de R$ 100 por habitante por ano em saneamento básico. O valor é considerado muito abaixo do necessário para ampliar o acesso aos serviços e alcançar as metas de universalização previstas para a próxima década. Leia a nota do Saerb na íntegra O Saerb atua dentro de sua competência legal na operação e manutenção dos sistemas de esgotamento sanitário. No entanto, é importante esclarecer que diversas obras executadas em Rio Branco por outros órgãos não foram devidamente concluídas ou formalmente repassadas à autarquia, o que compromete diretamente o pleno funcionamento dessas estruturas. Na região do bairro Tancredo Neves, por exemplo, conforme registros técnicos, a área foi contemplada pelo programa Rua do Povo, porém de forma incompleta, resultando em falhas na funcionalidade da infraestrutura implantada. Verifica-se, ainda, a existência de sistema condominial operando de maneira parcial, associado à ocorrência de ligações clandestinas. Essa situação impacta negativamente o desempenho do sistema, além de representar riscos sanitários e ambientais à população. O Saerb segue atuando de forma contínua nessas áreas, prestando suporte aos bairros afetados com o objetivo de amenizar os impactos e promover melhorias gradativas. Reveja os telejornais do Acre