Locutor no Ar

announcer

Últimas Notícias

Previsão para o feriado de Corpus Christi tem temperaturas entre 10°C e 30°C em MS

Previsão para o feriado de Corpus Christi tem temperaturas entre 10°C e 30°C em MS

Previsão do tempo: feriado terá frio no Sul, Sudeste e Centro-Oeste Quem vai viajar ou aproveitar o feriado prolongado de Corpus Christi em Mato Grosso do Sul

5 minutos atrás
Dois homens são presos e mais de 500 kg de maconha são apreendidos na BR-158 em MT

Dois homens são presos e mais de 500 kg de maconha são apreendidos na BR-158 em MT

Drogas apreendidas pela Polícia Militar na BR-158, em Porto Alegre do Norte (MT) Dois homens, de 26 e 27 anos, foram presos e 550 kg de maconha foram apreendid

6 minutos atrás
Bom Dia Amazônia desta quinta-feira, 4 de junho de 2026

Bom Dia Amazônia desta quinta-feira, 4 de junho de 2026

O telejornal é veiculado na Rede Amazônica.

7 minutos atrás
Tapetes de Corpus Christi colorem as ruas do Centro de Petrolina

Tapetes de Corpus Christi colorem as ruas do Centro de Petrolina

A tradição de confeccionar os tapetes de Corpus Christi em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, segue viva. Nesta quinta-feira (4), os fiéis puderam ver de p

8 minutos atrás
Três anos depois: o que se sabe sobre o caso do motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano

Três anos depois: o que se sabe sobre o caso do motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano

Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano espera há 1 ano por indenização O motorista Antônio Pereira do Nascimento entrou na Justiça pedindo recomp

8 minutos atrás
Caso Benício Gallo: réus são condenados por matar criança com tiro na cabeça em RO

Caso Benício Gallo: réus são condenados por matar criança com tiro na cabeça em RO

Benício Gallo, de 12 anos, foi morto com tiro na cabeça em Espigão Reprodução/Facebook Após dois dias de julgamento, quatro pessoas foram condenadas por m

10 minutos atrás

Reabertura do Estreito de Ormuz não deve encerrar crise do petróleo rapidamente

Navios comerciais no Estreito de Ormuz próximo à costa do Omã em maio de 2026. REUTERS/Stringer A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã está p...


Reabertura do Estreito de Ormuz não deve encerrar crise do petróleo rapidamente
Reabertura do Estreito de Ormuz não deve encerrar crise do petróleo rapidamente (Foto: Reprodução)

Navios comerciais no Estreito de Ormuz próximo à costa do Omã em maio de 2026. REUTERS/Stringer A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã está prestes a completar 100 dias em meio a negociações para encerrar o conflito e ao aumento da pressão do Congresso americano sob o presidente Donald Trump. Muitos políticos, empresários e investidores acreditam que uma reabertura rápida do Estreito de Ormuz– por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial – derrubará rapidamente os preços de energia, uma vez que petroleiros e navios de gás atualmente parados poderão, finalmente, deixar o Golfo Pérsico. No entanto, executivos do setor petrolífero, líderes da indústria naval e economistas preveem o contrário: a paz não fará com que os mercados de energia e as cadeias de suprimentos globais voltem imediatamente ao normal. Segundo eles, os impactos podem durar muitos meses – ou até anos. Amin Nasser, CEO da Saudi Aramco, maior fornecedora de petróleo do Golfo, disse a investidores no mês passado que, mesmo que o Estreito de Ormuz fosse reaberto imediatamente, "levaria meses para o mercado se reequilibrar". Se o fechamento durasse mais algumas semanas, acrescentou, a normalização poderia se estender até 2027. Irã divulga imagens de lanchas rápidas de ataque no Estreito de Ormuz  O tráfego pela estreita via marítima entre o Irã e Omã permanece em uma fração do nível normal, apesar de um cessar-fogo frágil e negociações de paz que enfrentaram repetidos retrocessos. Os preços do petróleo continuam cerca de 30% acima dos níveis anteriores à guerra, mantendo gasolina, diesel e fertilizantes significativamente mais caros. Esses custos adicionais estão pressionando a inflação global, desorganizando cadeias de suprimentos e elevando os preços dos alimentos em todo o mundo, devido ao encarecimento dos fertilizantes. Reabertura irregular de Ormuz Mesmo se um acordo de paz for assinado, especialistas afirmam que as empresas de transporte marítimo precisarão recuperar a confiança para enviar tripulações de volta à região. Isso pode exigir um período de observação de 30 a 45 dias. Também será necessário estabelecer medidas de segurança, incluindo patrulhas navais internacionais, para proteger contra possíveis ataques esporádicos a embarcações. Armadores e tripulações continuam altamente cautelosos devido à persistência dos ataques a navios no Estreito de Ormuz. Só na última semana, várias embarcações foram atingidas, segundo o CEO da gigante energética Chevron, Mike Wirth, que afirmou que a reabertura provavelmente ocorrerá de forma "intermitente". "Basta um único ataque a um navio para afastar a grande maioria deles", afirmou Neil Crosby, chefe de pesquisa da plataforma de inteligência de mercado e análises Sparta Commodities, acrescentando que as empresas de navegação já substituíram a receita do Golfo por outras rotas, então "por que assumir o risco?". O Lloyd's de Londres, principal mercado de seguros marítimos do mundo, registrou um aumento acentuado nos prêmios de risco de guerra para travessias pelo Estreito de Ormuz, que continuam elevados mesmo após o cessar-fogo, iniciado em 8 de abril. Quando Ormuz for considerado seguro, os muitos petroleiros presos dentro do Golfo Pérsico também precisarão sair com segurança, enquanto outros navios partirão de portos distantes para buscar novos carregamentos."O processo pode levar oito semanas, ou até mais, dependendo do tempo de cada etapa", alertou Crosby. Presos pelo bloqueio do estreito de Ormuz há quase 100 dias: 'Só existe uma saída' Danos à infraestrutura prolongam impactos Os danos físicos à infraestrutura energética da região do Golfo representam outro grande fator de atraso. Dezenas de campos de petróleo, oleodutos, refinarias e instalações de gás natural liquefeito (GNL) foram atingidos. Os custos de reparo foram estimados, em abril, entre 25 bilhões e 58 bilhões de dólares, segundo a consultoria Rystad Energy. O complexo de Ras Laffan, no Catar, foi o mais afetado: ataques iranianos eliminaram 17% da capacidade de GNL do país. Autoridades catarianas alertam que os reparos podem levar de três a cinco anos. Produtores de GNL também podem passar anos resolvendo disputas contratuais por entregas não realizadas, com atrasos que podem afetar cronogramas de transporte até 2027, segundo advogados consultados pela S&P Global Platts. Outras instalações energéticas podem levar semanas ou meses para voltar a operar, devido à necessidade de testes rigorosos de segurança, aos impactos de longas paralisações e à escassez de peças de reposição, o que já era um problema antes do conflito. Instalações que estão paradas desde março acumulam pressão, detritos e possíveis processos de corrosão, exigindo inspeções cuidadosas antes de voltarem a funcionar, para evitar acidentes. Trump diz que deve alcançar acordo para estender cessar-fogo com o Irã e reabrir Ormuz na próxima semana Escassez de energia pode piorar Para Crosby, um "problema de estoques" pode surgir até o verão no hemisfério norte, pois atualmente outras regiões do mercado global de petróleo estão compensando temporariamente a falta de oferta do Golfo. Desde o início da guerra, os Estados Unidos aumentaram a produção de petróleo a níveis recordes; a China reduziu suas importações em 3,5 milhões de barris por dia, usando reservas estratégicas; e países membros da Agência Internacional de Energia (AIE) também recorreram aos seus estoques. No entanto, essas medidas não são sustentáveis. Os estoques de petróleo dos EUA devem atingir níveis perigosamente baixos nos próximos meses, enquanto a China precisará retomar as importações, competindo com o resto do mundo por uma oferta limitada. O diretor da AIE, Fatih Birol, alertou que, embora o excesso de oferta antes da guerra tenha ajudado a amortecer o choque inicial, o mercado de petróleo pode entrar em uma "zona crítica" já em julho ou agosto devido à queda dos estoques. "Quando os estoques começarem a se esgotar, a única solução será o aumento dos preços, porque só preços mais altos conseguem reduzir a demanda de fato", avaliou Crosby. Segundo o especialista, os preços podem até dobrar, alertando que esse caminho pode levar a uma recessão global. EUA sancionam órgão criado pelo Irã para cobrar taxas no Estreito de Ormuz

Fale Conosco