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1º de fevereiro de 2026, Teerã, Irã: O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, vestindo uniforme do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), participa de uma sessão do Parlamento em Teerã. Reuters/© Icana via ZUMA Press Wire O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, é visto pela Casa Branca como principal interlocutor dos EUA dentro do país e até, possivelmente, o líder de um possível futuro governo apoiado pelos EUA. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A informação foi publicada pelo site americano Politico, com base em conversas com autoridades do governo Trump, cuja identidade foi mantida em sigilo. Ghalibaf, de 64 anos, já ameaçou repetidamente os Estados Unidos, mas é visto por alguns integrantes da Casa Branca como um interlocutor confiável, que poderia até liderar o Irã, ou, pelo menos, negociar uma saída diplomática da guerra. Na segunda-feira (23), quando o presidente dos EUA, Donald Turmp, disse haver um diálogo em curso entre seu governo e autoridades de Teerã, Ghalibaf veio a público negar a informação: "Notícias falsas estão sendo utilizadas para manipular os mercados", afirmou. Donald Trump anuncio pausa nos ataques às instalações de energia do Irã Apesar de o Irã contar com um Parlamento e um presidente, o país não é considerado uma democracia — isso porque um sistema intrincado de comisões aprova e desaprova candidatos aos altos cargos da República, sempre em alinhamento com o líder supremo e os aiatolás, que comandam de fato o regime. O caso de Ghalibaf não foge à regra. O político iniciou sua vida política como militar, após lutar na Guerra Irã-Iraque, nos anos 1980. Na época, os EUA estavam formalmente alinhados com o Iraque, comandado pelo ditador Sadam Hussein. De 1997 a 2000, Ghalibaf galgou cargos até chegar ao posto de comandante da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária, uma força militar encarregada de defender a Revolução Islâmica no país. Ele foi nomeado ao posto pelo próprio líder supremo, aiatolá Ali Khamenei. Em seguida, tornou-se chefe do comando policial e, logo depois, prefeito de Teerã. Ele é líder do Parlamento desde 2020. Casa Branca Funcionários do governo Trump ouvidos pelo site Politico dizem que Ghalibaf seria o nome mais forte que a Casa Branca considera, mas que há mais "candidatos" que estão sendo considerados. "Ele é uma opção muito promissora”, disse um dos entrevistados, pontuando, no entanto, que não é a única. “Ele é um dos principais candidatos… Mas precisamos avaliá-los, e não podemos nos precipitar." "O objetivo é instalar alguém como Delcy Rodríguez na Venezuela e dizer: 'Vamos mantê-la lá. Não vamos tirá-la de lá. Você vai trabalhar conosco. Você vai nos dar um bom acordo, um acordo prioritário para o petróleo'", afirmou uma das fontes ouvidas pelo Politico. Nesta segunda, Trump anunciou uma pausa de 5 dias nos ataques a alvos energéticos no país para a abertura de uma negociação. Um dos temores de Trump com uma guerra prolongada no Irã é o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional. Isso pode aumentar a inflação nos EUA e corroer a já decadente popularidade, ao que indicam pesquisas de opinião, do republicano. O tema é especialmente sensível porque os EUA realizam eleições legislativas de meio de mandato em novembro, e índices econômicos em baixa podem prejudicar o partido de Trump, fazendo com que os democratas ganhem o controle da Câmara e do Senado. Neste caso, o presidente teria muitoa dificuldade em aprovar leis de seu interesse e colocar em marcha sua agenda política.