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Menos de 3% das cidades brasileiras estão perto de universalizar saneamento Porto Alegre caiu 14 posições no Ranking do Saneamento 2026, divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Instituto Trata Brasil. A capital gaúcha recuou da 49ª para a 63ª posição entre os 100 maiores municípios do país, registrando a maior queda do estudo, ao lado de João Pessoa (PB). A piora no desempenho é explicada por dois indicadores principais: a redução na cobertura de esgoto e o aumento nas perdas de água. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo o levantamento, que utiliza dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SNIS), o índice de perdas na distribuição de água potável atingiu 46,6%. Isso significa que quase metade da água tratada se perde antes de chegar às residências. O valor é muito superior ao limite de 25% estabelecido como meta pelo governo federal. Além disso, a coleta de esgoto na cidade atende 72% da população, e apenas 60% do volume gerado é efetivamente tratado. "Houve uma queda bastante significativa no acesso à coleta de esgoto, que era de 91% e foi para 72%, ou seja, uma queda de 19 pontos percentuais, e também uma piora em relação ao indicador de perdas de água, que antes era de 28% e agora é de 46%", detalhou Luana Siewert Pretto, presidente-executiva do Instituto Trata Brasil Mais da metade das grandes cidades do Brasil investe menos de R$ 100 por habitante em saneamento O estudo também aponta que o investimento em saneamento na Capital é baixo. "Porto Alegre também tem investido muito pouco em saneamento básico, um investimento médio de R$ 72,00 por ano por habitante, quando a média prevista pelo Plano Nacional é de R$ 225 por ano por habitante", afirmou Pretto. Em nota, o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) declarou que o ranking corrigiu dados que apresentavam distorções históricas. Segundo o órgão, o índice de 91% de coleta de esgoto apontado no ano anterior "nunca foi a realidade da Capital" e que não houve redução de serviço, mas uma "adequação das informações" com a criação do novo Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA). O Dmae atribuiu o alto índice de perdas de água à "enchente histórica registrada há quase dois anos". O departamento informou que a prefeitura conduz um processo de concessão parcial dos serviços de saneamento para viabilizar os mais de R$ 3 bilhões em investimentos necessários para universalizar os serviços até 2033, conforme prevê o Marco Regulatório. O ranking também analisou a situação de outros municípios gaúchos. Canoas, na Região Metropolitana, caiu duas posições e agora ocupa o 69º lugar. Na cidade, apenas 21% do esgoto é tratado, e a perda de água chega a 46,6%. Apesar disso, o investimento aumentou de R$ 170 para R$ 305 por habitante ao ano, um dos maiores do país. Caxias do Sul, na Serra, caiu cinco posições, passando para o 56º lugar. A queda foi motivada pela redução no acesso à água tratada, que passou de 99% para 97%. O principal desafio do município, segundo o Trata Brasil, é ampliar o tratamento de esgoto, que atualmente está em 47% e precisa atingir 90% até 2033. Quase 50% da água tratada de Porto Alegre é desperdiçada antes de chegar à torneira André Ávila/Agência RBS VÍDEOS: Tudo sobre o RS