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Polilaminina: aposentada sem movimentos após queda e outros dois pacientes passam por cirurgia com proteína em MS

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Polilaminina: aposentada sem movimentos após queda e outros dois pacientes passam por cirurgia com proteína em MS
Polilaminina: aposentada sem movimentos após queda e outros dois pacientes passam por cirurgia com proteína em MS (Foto: Reprodução)

3 pacientes passam por procedimento na capital após decisões judiciais A aposentada Maria José e outros dois pacientes passaram,. nesta segunda-feira (23), por um procedimento experimental com polilaminina, em Campo Grande. A aplicação foi autorizada pela Justiça e integra um estudo que avalia a segurança e os efeitos da técnica no Brasil. A polilaminina é uma molécula produzida em laboratório a partir de uma proteína da placenta. Segundo pesquisadores, o material pode ajudar na regeneração da medula espinhal, principalmente em casos sem tratamento eficaz. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Maria José perdeu os movimentos após cair de uma escada, em dezembro de 2025. Desde então, ficou internada e segue em recuperação em casa, sem conseguir se locomover. A filha dela, a microempresária Rosimeire Gonçalves Rocha, disse que descobriu o tratamento pelas redes sociais. Ela conta que buscou informações e deixou mensagens em publicações sobre o tema até conseguir contato com pessoas que já haviam feito o procedimento. Depois, procurou apoio jurídico para garantir o acesso ao tratamento. Segundo o advogado Gabriel Traven, responsável pelo caso, o pedido pode ser feito diretamente ao laboratório. No entanto, nesses três casos, foi necessário entrar com ação judicial para agilizar o processo. A autorização saiu em pouco tempo e permitiu a realização dos procedimentos. A família espera melhora no quadro clínico. “Uma pontinha de esperança já enche o coração”, afirmou Rosimeire. Sobre o procedimento Os procedimentos fazem parte de um estudo anunciado pelo Ministério da Saúde e desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Médicos e pesquisadores vieram ao estado para realizar as aplicações. De acordo com o neurocirurgião Bruno Côrtes, o uso da substância ocorre em caráter compassivo, indicado para pacientes sem tratamento disponível. Nesses casos, a medicação experimental é oferecida gratuitamente. O pesquisador Eliel Leite explicou que o estudo deve avançar para a fase 1 ainda neste ano, etapa que avalia a segurança do tratamento. Depois, novas fases devem analisar a eficácia e ampliar o número de participantes. Os procedimentos desta segunda-feira são os três primeiros realizados no estado desde janeiro, quando ocorreu a primeira aplicação. Com isso, Mato Grosso do Sul passa a ter quatro pacientes tratados com polilaminina. Outras pessoas ainda aguardam na fila pelo procedimento. Entenda o que a substância pode fazer e o que ainda não se sabe ➡️ A polilaminina é um composto recriado em laboratório a partir da laminina, proteína produzida no corpo humano, especialmente durante o desenvolvimento embrionário, quando exerce papel fundamental na organização dos tecidos e no crescimento celular. O que a polilaminina pode fazer? A pesquisa mostrou que há indícios de que ela pode ajudar na regeneração em casos de lesão medular aguda, que é aquela que acontece logo após o trauma na região. 🔎 Para você entender melhor: A coluna vertebral é formada por vários ossos que se empilham e formam um canal no centro da estrutura óssea. É por esse canal que passa a medula espinhal — um feixe de nervos que conecta o cérebro ao restante do corpo. Ela funciona como uma via de comunicação: transmite os comandos do cérebro para os músculos e leva de volta informações como dor, temperatura e tato. Quando há uma lesão, essa comunicação fica interrompida. ➡️ É nesse ponto que a substância entra. O objetivo é que, ao ser aplicada no local da lesão, ela estimule os nervos a criarem novas rotas e restabelecerem parte dos movimentos. No ano passado, a equipe de Sampaio divulgou os resultados de um estudo preliminar — que não teve revisão por pares, ou seja, por especialistas independentes — com oito pacientes. Alguns tiveram alguma evolução, enquanto outros apresentaram recuperação significativa dos movimentos. O que os dados divulgados mostram até agora: O estudo preliminar envolveu oito pacientes com lesão medular aguda e apontou diferentes níveis de recuperação motora. Nem todos tiveram recuperação completa — o caso que viralizou nas redes sociais não representa o resultado observado em todos os participantes. Os resultados ainda não passaram por revisão por pares, que é o processo em que especialistas independentes analisam a metodologia, os dados e as conclusões. Essa etapa é considerada fundamental para validar achados na ciência. Como o estudo foi feito com um grupo pequeno de pessoas, não é possível afirmar, com base nesses dados, que a substância é realmente eficaz. Amostras reduzidas dificultam conclusões definitivas. Ainda mais porque as lesões são de diferentes níveis. Não há evidência científica de que a polilaminina possa funcionar no tratamento de lesões medulares crônicas, em pacientes que já têm a paralisia há algum tempo. Isso não foi pesquisado nessa etapa. Entenda o que a substância pode fazer e o que ainda não se sabe Cientista admite erros em gráfico e em escrita de artigo, mas reafirma que polilaminina é eficaz Entenda como funciona a polilaminina. Arte/g1 Cientistas brasileiros usam proteína da placenta para devolver parte dos movimentos de cães e humanos que tiveram lesão na medula Reprodução/TV Globo Veja vídeos de Mato Grosso do Sul

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