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Plantas 'comem' metais pesados de lama de barragem e podem ajudar a recuperar áreas, aponta Unesp (Foto: Reprodução)

Pesquisa da Unesp indica plantas resistentes e ajuda na recuperação de áreas contaminadas Um estudo coordenado pelo Instituto de Química da Unesp de Araraquara (SP) revelou como duas espécies de plantas sobreviveram na lama de metais pesados, após o rompimento da barragem de Mariana (MG), em 2015. A pesquisa, que foi capa da revista científica internacional American Chemical Society, analisou as espécies aça-peixe (Vernonanthura polyanthes) e pimenta-de-macaco (Piper aduncum) e descobriu como elas podem ser a chave para a recuperação de solos contaminados. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram O rompimento da barragem é considerado um dos maiores desastres ambientais do país, resultando na morte de 19 pessoas e no soterramento do subdistrito de Bento Rodrigues. Ao todo, cerca de 40 milhões de m³ de rejeitos de minério de ferro foram despejados, percorrendo uma extensão de 663 km através da calha dos rios Gualaxo do Norte, do Carmo e Rio Doce. Mecanismos de defesa Pimenta-de-macaco (Piper aduncum) está entre plantas que resistiram à contaminação de metais pesados após rompimento de barragem em Mariana (MG), segundo pesquisadores da Unesp de Araraquara Reprodução/EPTV O trabalho, que também teve a participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e das universidades federais de Ouro Preto (UFOP) e Minas Gerais (UFMG), comparou plantas que cresceram na área atingida com outras da mesma espécie em locais não contaminados. O objetivo era entender as estratégias de sobrevivência em um ambiente tão hostil, três anos após o desastre. Para extrair a "impressão digital" química das plantas, o processo começa com a desidratação das folhas em nitrogênio líquido, garantindo que suas propriedades originais sejam preservadas. Após serem transformadas em um pó fino e dissolvidas em solventes, as amostras passam por equipamentos de ultrassom e filtragem. O resultado final é um extrato concentrado que gera gráficos detalhados sobre o metabolismo vegetal, revelando como cada espécie reagiu à contaminação. Pesquisa da Unesp Araraquara analisou como plantas resistiram à contaminação após rompimento de barragem em Mariana (MG) Reprodução/EPTV Mais notícias da região: Sistema que gera eletricidade com o uso de bactérias marinhas é desenvolvido na Unesp; entenda Entenda como método da Unesp extrai e recicla cobre de lixo eletrônico Os cientistas identificaram que cada espécie desenvolveu uma tática diferente para lidar com a toxicidade do solo. "A planta aça-peixe, a gente percebeu que ela usou uma estratégia usando o que a gente chama de fitoquelatinas, que são peptídeos (proteínas), que são capazes de absorver metais, então retirando esses metais do meio celular e facilitando que a planta sobreviva nessa exposição", explicou Alan Cesar Pilon, professor do Instituto de Química da Unesp. Já a pimenta-de-macaco adotou outra abordagem. "No caso da piper, essa planta optou por produzir substâncias com bastante capacidade antioxidante, então reduzindo o processo de oxidação por conta desses metais", completou Pilon. Segundo o professor Norberto Lopes, da USP de Ribeirão Preto, essas substâncias criam uma espécie de "gaiola" que sequestra os metais do solo e os armazena de forma não tóxica dentro da planta. Alerta e oportunidade Pesquisa da Unesp mostra como plantas resistiram à contaminação por metais pesados após o rompimento da barragem de Mariana (MG), em 2015 TV Globo/Arquivo Pelo fato de conseguirem "sequestrar" os metais, essas plantas tornam-se candidatas ideais para o reflorestamento, pois ajudam a limpar o solo para que outras espécies voltem a crescer. No entanto, o professor Alan ressalta a necessidade de cuidado com o uso medicinal. "O ponto importante é, elas são plantas medicinais, elas já têm uma importância para essas comunidades. Então, nesse ponto de vista, é importante que a gente repense como que essas comunidades vão utilizar essas plantas, se elas realmente possuem uma quantidade maior de metais, isso poderia impactar. Mas acho que é importante destacar que essas plantas podem ser candidatos para restaurar esse bioma, porque elas são capazes de resistir", afirmou. VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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