TSE forma maioria para tornar inelegível Cláudio Castro, ex-governador do RJ
TSE forma maioria para tornar inelegível Cláudio Castro, ex-governador do RJ Jornal Nacional/ Reprodução O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria e torn
TSE forma maioria para tornar inelegível Cláudio Castro, ex-governador do RJ Jornal Nacional/ Reprodução O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria e torn
Os últimos ingressos para o show do Capital Inicial estão disponíveis para compra em pontos físicos e pela internet. Foto: Divulgação Um das maiores nomes
Morre aos 66 anos o ator Gérson Brenner Morreu na segunda-feira (23), em São Paulo, aos 66 anos, o ator Gerson Brenner. Ele nasceu Gerson dos Santos Oliveira,
Frentista é surpreendido por motorista que foge após abastecer em Manaus Um homem de 35 anos, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante nes
Senado aprova projeto de lei que equipara misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres O Senado aprovou nesta terça-feira (
Grupo extorquia clientes de acompanhantes com ameaças em troca de silêncio no TO A Polícia Civil do Tocantins desarticulou um grupo criminoso suspeito de apl
Segundo o instituto, indígenas e ribeirinhos tiveram papel fundamental na expedição, conduzindo os pesquisadores até os sítios e compartilhando relatos sob...
Segundo o instituto, indígenas e ribeirinhos tiveram papel fundamental na expedição, conduzindo os pesquisadores até os sítios e compartilhando relatos sobre a ocupação da região. Foto: Divulgação/Instituo Mamirauá Um grupo de pesquisadores encontrou cinquenta sítios arqueológicos durante uma expedição científica no oeste do Amazonas, ao longo do Rio Japurá, próximo à fronteira com a Colômbia. Os achados revelam vestígios da ocupação humana na Amazônia e, para os arqueólogos, funcionam como uma 'linha do tempo' da história amazônica. Entre 9 de fevereiro e 2 de março, pesquisadores do Instituto Mamirauá percorreram 200 km do Alto Japurá. Eles registraram gravuras rupestres, cerâmicas antigas, terra preta, fontes de matérias-primas e até objetos ligados ao Ciclo da Borracha. ➡️ O Ciclo da Borracha foi um momento econômico na história do Brasil relacionado com a extração e comercialização da borracha. O seu auge ocorre entre 1879 a 1912, tendo depois experimentado uma sobrevida entre 1942 e 1945 durante a II Guerra Mundial (1939-1945). Durante este período, cerca de 50% do Produto Interno Bruto do Amazonas era resultado da extração e comercialização da borracha. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O trabalho faz parte de uma ação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A ideia é reunir dados ambientais, arqueológicos e socioculturais para orientar políticas de conservação da floresta e valorização do patrimônio histórico. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “A identificação dos sítios e dessas informações históricas ajuda a pensar políticas públicas e estratégias de proteção para essas áreas de floresta que ainda não têm destinação definida”, afirmou o arqueólogo Márcio Amaral, do Instituto Mamirauá. Um relatório será entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Os primeiros resultados já foram apresentados em uma oficina em Manaus, nos dias 19 e 20 de março. Um dos itens encontrados pelos pesquisadores na expedição do Alto Juruá, no Amazonas. Foto: Divulgação Comunidades como protagonistas Segundo o instituto, indígenas e ribeirinhos tiveram papel fundamental na expedição, conduzindo os pesquisadores até os sítios e compartilhando relatos sobre a ocupação da região. Segundo Amaral, essas populações são protagonistas na preservação da memória: “Eles carregam relatos e conhecimentos que contribuem para a pesquisa. Nós somos como pontes, enquanto eles são as principais fontes desses espaços.” Além do Instituto Mamirauá e do MMA, participam da iniciativa o Field Museum of Natural History (Chicago), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) e a Amazon Conservation Team (ACT). SAIBA MAIS Queda de árvore revela urnas funerárias com ossos humanos de milhares de anos no Amazonas Urnas funerárias que podem ter mais de mil anos são resgatadas em Manaus Local onde foi encontrado os vestígios Divulgação