Locutor no Ar

announcer

Últimas Notícias

Acidente entre caminhão, carreta e carro deixa um morto na Rodovia Fernão Dias, na Grande BH; VÍDEO

Acidente entre caminhão, carreta e carro deixa um morto na Rodovia Fernão Dias, na Grande BH; VÍDEO

Carreta tomba em Itatiaiuçu, na BR 381 KM 532, sentido São Paulo Um acidente envolvendo um caminhão, uma carreta e um carro deixou uma pessoa morta na manhã

9 minutos atrás
Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios na Zona da Mata

Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios na Zona da Mata

Brasil registra menor número de homicídios da série histórica Cidades de médio e pequeno porte passaram a concentrar as maiores taxas de homicídio em dife

9 minutos atrás
Incêndio em apartamento deixa seis feridos, entre eles duas crianças, em Pouso Alegre, MG

Incêndio em apartamento deixa seis feridos, entre eles duas crianças, em Pouso Alegre, MG

Incêndio em apartamento deixa seis feridos, entre eles duas crianças, em Pouso Alegre Seis pessoas ficaram feridas após um incêndio atingir um apartamento n

9 minutos atrás
VÍDEOS: Bom Dia Goiás desta quinta-feira,  4 de junho de 2026

VÍDEOS: Bom Dia Goiás desta quinta-feira, 4 de junho de 2026

Assista a todas as reportagens do telejornal.

9 minutos atrás
Campos do Jordão espera movimentar R$ 200 milhões e receber 350 mil visitantes no feriado de Corpus Christi

Campos do Jordão espera movimentar R$ 200 milhões e receber 350 mil visitantes no feriado de Corpus Christi

Campos do Jordão espera movimentar R$ 200 milhões e ocupação de até 95% no feriado O feriado de Corpus Christi deve movimentar R$ 200 milhões em Campos do

12 minutos atrás
Mãe de 63 anos morre e filha fica ferida em acidente entre moto e carro na BR-407, no Piauí

Mãe de 63 anos morre e filha fica ferida em acidente entre moto e carro na BR-407, no Piauí

Acidente em rodovia federal (foto ilustrativa) Divulgação/PRF Maria Valdenoura da Silva, de 63 anos, morreu após sofrer um acidente entre moto e carro, na no

14 minutos atrás

O que prevê o acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano — e o que esperar a partir de agora

O chefe de gabinete do Departamento de Estado, Daniel Holler, discursa enquanto o embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, e a embaixadora do Líbano nos E...

O que prevê o acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano — e o que esperar a partir de agora
O que prevê o acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano — e o que esperar a partir de agora (Foto: Reprodução)

O chefe de gabinete do Departamento de Estado, Daniel Holler, discursa enquanto o embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, e a embaixadora do Líbano nos EUA, Nada Hamadeh, acompanhados pelo embaixador dos EUA no Líbano, Michel Issa REUTERS/Nathan Howard Israel e o Líbano concordaram em renovar seu frágil cessar-fogo e criar diversas "zonas-piloto" de segurança dentro do Líbano nas quais agentes do Hezbollah não poderiam operar, segundo anunciou o Departamento de Estado dos EUA. O acordo está "condicionado a um fim completo" dos ataques pelo grupo armado Hezbollah, apoiado pelo Irã, entre outras condições. Isso ocorre depois que ataques israelenses mataram pelo menos nove pessoas no sul do Líbano na quarta-feira (3) e o Hezbollah lançou foguetes contra o norte de Israel, colocando à prova uma trégua parcial acordada na segunda-feira. Os países "rejeitam qualquer tentativa, por parte de agentes estatais ou não estatais, de comprometer o futuro do Líbano", afirmou o comunicado. Os dois países voltarão a se reunir em 22 de junho para realizar novas negociações "com o objetivo de alcançar um acordo abrangente". O Hezbollah ainda não comentou oficialmente o anúncio. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse a repórteres antes do anúncio que esperava que eles produzissem "um plano de ação que aponte um caminho para a segurança [no Líbano], independentemente do Hezbollah". Críticas e ataques Israel e Líbano concordam em renovar cessar-fogo e criar zonas de segurança para afastar Hezbollah do sul do país O acordo, alcançado após a quarta rodada de negociações mediadas pelos EUA em Washington, está condicionado à "retirada de todos os agentes [do Hezbollah]" de uma área controlada por Israel no sul do Líbano, do rio Litani até a fronteira. O Hezbollah é um grupo político e militar xiita que opera no Líbano e que esteve envolvido em uma série de conflitos violentos com Israel. O grupo é considerado uma organização terrorista por Israel e muitos outros países, incluindo o Reino Unido e os EUA. O comunicado afirmou que os EUA ajudarão a orientar a criação de "zonas-piloto nas quais as Forças Armadas Libanesas assumirão controle exclusivo do território, com a exclusão de todos os agentes não estatais". O anúncio não incluiu mapas para indicar onde estariam as zonas-piloto nem explicações sobre como elas funcionariam na prática. Isso segue um cessar-fogo parcial acordado na segunda-feira, que, segundo o Líbano, faria com que Israel se abstivesse de bombardear Beirute, em troca de o Hezbollah não atacar Israel. O ministro israelense da Segurança Nacional Itamar Ben-Gvir, da direita radical, classificou o acordo como um "erro grave", alegando que ele permitirá que o Hezbollah "se fortaleça". "O Estado do Líbano é parceiro do Hezbollah", escreveu ele no X. Ele pediu ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que rejeite os apelos de Donald Trump pelo fim dos combates no Líbano. Apesar do acordo, a mídia estatal libanesa relatou na manhã desta quinta-feira que ataques israelenses haviam continuado no sul do país, com pelo menos um deles causando vítimas. O cessar-fogo parcial foi testado por disparos tanto de Israel quanto do Hezbollah nesta semana. O Ministério da Saúde do Líbano informou que os mortos pelos ataques de Israel na quarta-feira incluem dois paramédicos cuja ambulância foi atingida em um ataque na área de Chehour, no sul. Um carro também foi atingido logo ao sul da capital, Beirute. Enquanto isso, o Exército de Israel disse ter interceptado um drone e dois projéteis que cruzaram a fronteira. O Hezbollah afirmou que teve como alvo um agrupamento de tropas israelenses. Fumaça sobe do sul do Líbano após ataques israelenses REUTERS/Stringer Antes do anúncio na noite de quarta-feira, os líderes de Israel haviam advertido que os militares do país retomariam os ataques contra o reduto do Hezbollah nos subúrbios ao sul de Beirute, conhecidos como Dahieh, caso o grupo lançasse ataques transfronteiriços contra comunidades no norte de Israel. De acordo com o governo libanês, o cessar-fogo parcial acordado na segunda-feira estabelecia que "Israel não lançará uma ofensiva ampla contra Beirute em troca de o Hezbollah se abster de lançar ataques contra Israel". O governo afirmou que o Hezbollah havia confirmado sua aceitação, mas um membro do conselho político do grupo, Mahmoud Qamati, disse à BBC na terça-feira: "Não houve acordo de cessar-fogo, apenas a proteção de Dahieh." Qamati também insistiu que o Hezbollah não cumpriria quaisquer compromissos assumidos nas negociações libanês-israelenses em Washington. "Acreditamos que essas negociações não nos dizem respeito, nem reconhecemos suas conclusões ou decisões, porque as rejeitamos por princípio", disse. O Líbano foi arrastado para a guerra entre EUA, Israel e Irã em 2 de março, quando o Hezbollah lançou foguetes contra Israel em retaliação a um ataque israelense que matou o líder supremo do Irã. Israel respondeu com uma campanha aérea em todo o Líbano e uma invasão terrestre no sul. Um cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e Líbano em 16 de abril não conseguiu interromper os combates e, na semana passada, Netanyahu ordenou que os militares israelenses intensificassem seus ataques contra o Hezbollah e avançassem mais profundamente no Líbano em resposta a ataques com drones e foguetes contra comunidades no norte de Israel. Pelo menos 3.516 pessoas foram mortas no Líbano desde o início da guerra, segundo o Ministério da Saúde do país. Seus dados não fazem distinção entre combatentes e civis. A ONU afirma que mais de um milhão de pessoas também se registraram como deslocadas no Líbano, onde ordens de evacuação israelenses abrangem mais de um oitavo do país. Israel afirma que 26 de seus soldados e quatro civis israelenses foram mortos em ambos os lados da fronteira durante a guerra. A imprensa libanesa relatou ataques israelenses em todo o sul do país na quarta-feira. O Ministério da Saúde informou que quatro sírios e dois palestinos foram mortos em um ataque na área de al-Housh, que fica logo ao sul da cidade costeira de Tiro. O ministério também afirmou que dois paramédicos foram mortos e um terceiro ficou gravemente ferido quando forças israelenses "atingiram diretamente uma ambulância" na área de Chehour, que fica cerca de 14 km a leste. A ambulância pertencia à Associação Escoteira Risala, que é afiliada ao movimento Amal, aliado do Hezbollah. O ministério acusou os militares israelenses de "demonstrar desprezo pelo direito humanitário internacional", que protege especificamente o pessoal médico. Pelo menos 128 paramédicos e profissionais de saúde foram mortos em ataques israelenses a ambulâncias e instalações médicas nos últimos três meses, de acordo com o ministério. Não houve comentário imediato dos militares israelenses. No passado, eles afirmaram que ambulâncias estavam sendo usadas para fins militares, mas sem fornecer qualquer evidência. O exército libanês, por sua vez, disse que um de seus soldados foi morto em um ataque aéreo israelense na estrada entre Nabatieh e Kfar Tebnit, cerca de 27 km a nordeste de Tiro. A agência estatal National News Agency (NNA) informou que sua motocicleta foi atingida por um drone. O exército afirmou que outros dois soldados libaneses ficaram feridos em outro ataque israelense contra seu veículo na estrada entre Deir Zahrani e Nabatieh. Ele denunciou o que chamou de "um padrão de ataques deliberados visando pessoal, veículos e posições do exército" pelas forças israelenses. Esta semana, na orla de Beirute, onde milhares de pessoas deslocadas vivem em tendas com acesso limitado a alimentos, água potável e banheiros, Mariam Hessa disse que queria um cessar-fogo que cobrisse todo o país. "Não acho justo, porque sempre o sul está sendo bombardeado, e as casas [estão] sendo danificadas, destruídas, pessoas estão morrendo", disse à BBC a estudante de 23 anos. "Quero que o cessar-fogo seja para todo o Líbano, não apenas para uma área como Dahieh ou mesmo o sul. Não, é para todo o Líbano. Precisamos disso." O cessar-fogo parcial foi anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que na quarta-feira pareceu confirmar um relato de que o acordo foi mediado depois de ele ter chamado Netanyahu de "louco" em uma ligação repleta de palavrões, motivada pela ordem do primeiro-ministro de bombardear a capital libanesa. "Fiquei um pouco perturbado por ele constantemente lutar contra o Líbano", disse Trump ao podcast Pod Force One, do jornal New York Post. "Em algum momento, eu disse: 'Bibi [Netanyahu], temos que parar com isso'." Netanyahu posteriormente concordou em suspender ataques a Beirute, mas enfatizou que os militares israelenses continuariam operando no sul do Líbano. Quando questionado sobre a ligação em entrevista à CNBC, Netanyahu disse: "Às vezes, como nas melhores famílias, temos esses desentendimentos táticos. Sempre encontramos uma maneira de resolvê-los." Analistas acreditam que Trump está preocupado que uma escalada adicional no Líbano possa comprometer um acordo mais amplo para encerrar a guerra entre os EUA, Israel e o Irã. O Irã alertou os EUA de que qualquer cessar-fogo regional deve incluir o Líbano. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, alertou na quarta-feira que, se a agressão israelense contra Beirute continuasse, suas forças armadas estarão "totalmente preparadas" para retomar a guerra, informou a agência de notícias iraniana Tasnim. Mas, ainda na quarta-feira, Trump disse que queria separar as negociações entre EUA e Irã daquelas relacionadas à guerra entre Israel e Hezbollah no Líbano. "Gostaria de separar, gostaria de ter algo separado, porque é... separado", disse o presidente dos EUA a repórteres. Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês

Fale Conosco