Policial Militar é preso após invadir e destruir casa de ex-companheira em Volta Redonda
Deam de Volta Redonda,RJ Jeniffer Marcato/TV Rio Sul Um policial militar foi preso após invadir e destruir a casa da ex-companheira na noite de sexta-feira (5)
Deam de Volta Redonda,RJ Jeniffer Marcato/TV Rio Sul Um policial militar foi preso após invadir e destruir a casa da ex-companheira na noite de sexta-feira (5)
O fim de semana no Sul de Minas começou com baixas temperaturas e geada em pontos da Serra da Mantiqueira. O frio cobriu flores, gramados e veículos com finas
Aparelho havia sido roubado anteriormente em Mongaguá (SP) Imagem ilustrativa/Tânia Rêgo/Agência Brasil A Polícia Militar recuperou um celular roubado em M
EPTV1 - Ribeirão e Franca Acompanhe as notícias deste sábado (6).
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Jovem amarra celular a balões de gás hélio faz vídeo a 3 km de altura O celular que um jovem universitário de Goiânia amarrou a balões de gás hélio, pa...
Jovem amarra celular a balões de gás hélio faz vídeo a 3 km de altura O celular que um jovem universitário de Goiânia amarrou a balões de gás hélio, para fazer um experimento científico, não estragou após cair de uma altura de mais de 3 mil metros de altitude. Em entrevista ao g1, Pedro Augusto de Jesus Castro, de 18 anos, disse que o aparelho teve algumas deformidades nas bordas, mas está funcionando. Estudante do primeiro período de engenharia da computação na Universidade Federal de Goiás (UFG), Pedro Augusto explica que usou um Samsung Galaxy S10e, de 2019, que ele já tinha. Após fazer algumas modificações para deixá-lo mais leve, para facilitar a subida dos balões, o aparelho ficou com cerca de 130 gramas. "Eu acredito que ele não quebrou justamente por isso, porque ele é leve, sabe? Então, a velocidade com que ele caiu não foi tão alta assim", detalhou. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Jovem estudante de engenharia da computação faz vídeo de Goiânia a 3 km de altura Arquivo pessoal/ Pedro Augusto LEIA TAMBÉM Jovem amarra celular a balões de gás hélio, faz vídeo a 3 km de altura e consegue pegar telefone de volta em Goiânia VÍDEO: redemoinho de poeira impressiona em Goiás Alunos da UFG desenvolvem robô com peças populares para fiscalizar obras e rodovias em Goiás O experimento foi realizado na tarde do último domingo (31), no Setor Sudoeste, onde Pedro Augusto mora. Amante de astrofísica desde 2020, e trabalhando atualmente com astrofotografia, ele realizou o feito com o objetivo de coletar dados atmosféricos, que serão analisados por ele, além de capturar imagens aéreas. "Tem dados do celular que eu consegui em tempo real, como temperatura, pressão, altitude, as próprias coordenadas também. São informações muito valiosas para estudar a atmosfera", disse.. Segundo Pedro Augusto, outros fatores relacionados à física podem ajudar a explicar o fato de o celular ter permanecido intacto, entre eles: papel preso: um papel que ele prendeu ao celular, com o número do telefone dele para o caso de alguém achar antes dele, pedindo para a pessoa devolver, pode ter causado um efeito "planador" no celular, com o vento passando por ele, amenizando o impacto da queda; leveza: o próprio peso do celular, por ser baixo, também contribuiu, uma vez que objetos mais pesados atingem velocidades maiores quando o peso se soma à força da gravidade. Se fosse mais pesado, o impacto contra o solo teria sido maior. árvore: existe a possibilidade de o aparelho ter batido em uma árvore antes de tocar o chão porque ele foi encontrado próximo a uma, em uma praça. Isso pode ter amortizado a queda. O estudante explica que programou o celular para gravar os vídeos e enviá-los a cada um minuto. No entanto, ele acredita que, durante a queda, o celular tenha reiniciado sozinho porque não conseguiu registrar o vídeo desse momento. "Esse vídeo especificamente não foi enviado", disse. De acordo com o universitário, o experimento durou cerca de 40 minutos. Os balões foram soltos, com o celular pendurado, da sua casa. O percurso total do voo foi de 6 quilômetros. O aparelho caiu na Praça C10, no próprio Setor Sudoeste. "O balão foi muito longe. Mas aí uma corrente de vento fez com que ele começasse a voltar para cá. Então, ele voou seis quilômetros no total, mas é porque ele foi lá longe e depois retornou", explicou. Sobre a possibilidade de o aparelho atingir alguém durante a queda, Pedro Augusto reconhece que existe, mas é muito remota. Ele destaca, ainda, que diariamente experimentos semelhantes são feitos, por meio da atividade chamada radiossondagem. Nesses casos, um aparelho, chamado radiossonda, que é uma caixa com cerca de 100 gramas, é liberado no ar. Munida de vários sensores, essa caixa transmite via rádio os dados atmosféricos. "E nunca aconteceu de cair isso na cabeça de alguém. A probabilidade é muito, muito, muito baixa. Porque tem mais terra do que cabeça", explicou. O experimento que deu certo foi a segunda tentativa feita pelo estudante. Na primeira, como o próprio vídeo publicado por ele mostra, um dos balões estourou e o equipamento acabou caindo. Até a manhã deste sábado (6), o vídeo de Pedro Augusto em seu perfil do Instagram, mostrando o experimento, tinha 2,4 milhões de visualizações. O universitário diz que não esperava tanta repercussão. Ele acredita que o fato de ter usado um celular chamou mais a atenção. "Dados atmosféricos são coletados dessa forma há muito tempo. Inclusive, é desse jeito que os meteorologistas fazem a nossa previsão do tempo. Mas com celular é realmente inédito", afirmou. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás