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Golpe do falso emprego: entenda como mulher roubava dados de candidatos para fazer dívidas
Andressa Leal de Souza, mulher de 32 anos que é suspeita de inventa...
16/03/2026 10:56
Golpista oferecia salários de R$ 5,8 mil em falsas vagas de emprego para roubar dados e fazer dívidas no nome de 'candidatos', no PR; veja prints (Foto: Reprodução)
Golpe do falso emprego: entenda como mulher roubava dados de candidatos para fazer dívidas
Andressa Leal de Souza, mulher de 32 anos que é suspeita de inventar vagas de emprego e fazer falsas entrevistas para roubar dados de candidatos e fazer dívidas no nome deles, oferecia salários de mais de R$ 5,8 mil para atrair vítimas, segundo a Polícia Civil.
Ela é suspeita de ter aplicado o golpe contra pelo menos cinco pessoas de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. De acordo com o delegado Gabriel Munhoz, todos aconteceram em janeiro de 2026 e, no começo do mês seguinte, a mulher foi presa em flagrante cometendo o mesmo crime em Guarapuava, que fica a cerca de 160 km.
Entre as vagas inventadas, havia falsas oportunidades para enfermeira particular e motorista executivo particular, por exemplo. Além do salário, também eram prometidos benefícios como vale-alimentação, plano de saúde e plano odontológico, por exemplo. Veja nos prints abaixo.
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Prints mostram como golpista abordava vítimas oferecendo falsas vagas de emprego
Reprodução
O delegado Gabriel Munhoz, afirma que Andressa se apresentava falsamente como "Priscila de Almeida", afirmando ser psicóloga de uma empresa de recursos humanos (RH), e marcava as entrevistas de emprego em coworkings - locais que alugam espaços comerciais temporariamente.
A mulher, então, simulava processos seletivos reais, aplicando provas e questionários, e fotografava os documentos originais e o rosto das vítimas sob o pretexto de realizar "reconhecimento facial".
"De posse dessas informações e da biometria facial, a mulher realizava aberturas de contas bancárias, empréstimos e financiamentos de veículos de luxo em nome dos candidatos, sem que estes soubessem", explica Munhoz.
O delegado afirma que a golpista é de Curitiba, permanece detida na região de Guarapuava e, agora, foi indiciada por mais crimes de estelionato em Ponta Grossa.
"Somadas as penas pelos novos crimes, em razão do concurso material, a condenação pode chegar a 20 anos de reclusão. A Polícia Civil alerta que outras possíveis vítimas que tenham passado por situações semelhantes devem procurar a delegacia para registro do boletim de ocorrência, e novo reconhecimento", destaca o delegado.
Em nota, a defesa da mulher disse que acompanha as investigações e vai se manifestar no processo.
O delegado Gabriel Munhoz ressalta que os coworkings utilizados pela mulher para as falsas entrevistas de emprego não sabiam dos golpes e também são considerados vítimas.
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