Locutor no Ar

announcer

Últimas Notícias

Mulher morre afogada em piscina de prédio no litoral de SP; polícia investiga

Mulher morre afogada em piscina de prédio no litoral de SP; polícia investiga

Mulher morre afogada em piscina de prédio em Praia Grande Alexsander Ferraz/A Tribuna Jornal Uma mulher, de 34 anos, morreu afogada na piscina de um prédio em

10 minutos atrás
Projeto oferece coleta para mapeamento genético em Salvador; saiba como participar

Projeto oferece coleta para mapeamento genético em Salvador; saiba como participar

Projeto oferece coleta para mapeamento genético em Salvador; saiba como participar Projeto Gen-t O projeto "gen-t do Brasil" segue com atividades em Salvador,

10 minutos atrás
Jota Surfista, influenciador, morre aos 29 anos após luta contra câncer no estômago

Jota Surfista, influenciador, morre aos 29 anos após luta contra câncer no estômago

Jota Surfista morreu aos 29 anos após luta contra o câncer Reprodução/Instagram O influenciador João Paulo, conhecido como Jota Surfista, morreu nesta quar

11 minutos atrás
Mulher é atropelada por caminhão ao atravessar rua em Suzano

Mulher é atropelada por caminhão ao atravessar rua em Suzano

Uma mulher de 43 anos foi atropelada na tarde desta quinta-feira (25), na Rua Isaura Tavares de Paiva, em Suzano. A vítima foi atingida por um caminhão enquan

12 minutos atrás
ASSISTA: Trump discursa em evento após impasse com Irã sobre plano para encerrar guerra

ASSISTA: Trump discursa em evento após impasse com Irã sobre plano para encerrar guerra

ASSISTA: Trump discursa em evento após impasse com Irã sobre plano para encerrar guerra Guerra no Oriente Médio está na 4ª semana com mensagens conflitante

12 minutos atrás
FKA twigs processa Shia LaBeouf por acordo ilegal referente a acusação de assédio sexual e agressão

FKA twigs processa Shia LaBeouf por acordo ilegal referente a acusação de assédio sexual e agressão

Cantora FKA twigs processa ator Shia LaBeouf Reprodução/Instagram/FKA twigs, REUTERS/Brendan McDermid/File Photo A cantora FKA twigs está processando novame

13 minutos atrás

Fraude bilionária causou prejuízo de R$ 100 milhões ao declarar 'e-books' em notas fiscais para burlar impostos, diz MPMG

Operação 'Casa de Farinha' desarticula fraude bilionária em MG O esquema de fraude bilionária investigado em operação deflagrada nesta quarta-feira (25), ...

Fraude bilionária causou prejuízo de R$ 100 milhões ao declarar 'e-books' em notas fiscais para burlar impostos, diz MPMG
Fraude bilionária causou prejuízo de R$ 100 milhões ao declarar 'e-books' em notas fiscais para burlar impostos, diz MPMG (Foto: Reprodução)

Operação 'Casa de Farinha' desarticula fraude bilionária em MG O esquema de fraude bilionária investigado em operação deflagrada nesta quarta-feira (25), causou prejuízo de mais de R$ 100 milhões aos cofres públicos, segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). A ação ocorreu em Arcos e Lagoa da Prata, no Centro-Oeste de Minas Gerais e em Goiás. Dois homens, de 29 e 35 anos, foram presos e 17 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Conforme a investigação, o esquema movimentou mais de R$ 400 milhões em vendas de suplementos irregulares. A suspeita é de que mais de 1 milhão de consumidores tenham sido lesados. A Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 1,3 bilhão em bens dos investigados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Operação “Casa de Farinha” Coletiva sobre a Operação 'Casa de Farinha' realizada em Arcos, Lagoa da Prata, Campo belo e Goiás Reprodução/MP A Operação “Casa de Farinha”, coordenada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Minas Gerais (CIRA-MG), do MPMG, foi deflagrada para desarticular um esquema estruturado de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e crimes contra a saúde pública envolvendo a produção e venda de suplementos alimentares. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, contra dois jovens empresários, de 29 e 35 anos e 17 mandados de busca e apreensão em cidades do Centro-Oeste de Minas Gerais e também em Goiás. Os alvos incluem sedes de empresas e residências ligadas ao grupo investigado. Durante a operação, foram apreendidos celulares, equipamentos eletrônicos, documentos e outros materiais que devem auxiliar no aprofundamento das investigações. Além disso, a Justiça determinou a indisponibilidade de bens móveis e imóveis dos envolvidos, com bloqueio que ultrapassa R$ 1,3 bilhão. Esquema envolvia “e-books” para burlar impostos De acordo com o MPMG, o grupo utilizava uma estratégia considerada sofisticada para reduzir o pagamento de impostos, especialmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A fraude consistia em declarar "e-books" como maior parte do valor das vendas nas notas fiscais. Os "e-books" são produtos que possuem imunidade tributária prevista na Constituição. Na prática, porém, os consumidores buscavam e recebiam suplementos alimentares. Segundo o promotor Pedro Henrique Pereira Corrêa, em muitos casos os supostos livros digitais sequer eram entregues. “Os consumidores eram levados ao erro. Muitas vezes não recebiam os e-books e adquiriam o produto apenas pelo suplemento, acreditando nas propriedades anunciadas”, afirmou. Ainda segundo o promotor, os produtos prometiam benefícios para doenças graves, apesar de serem comercializados como suplementos e não medicamentos. Promotor Pedro Henrique detalhou sobre o esquema fraudulento desarticulado em MG e GO Reprodução/MP Produtos irregulares e riscos à saúde As investigações também apontam que os encapsulados eram fabricados em desacordo com normas sanitárias, sem os princípios ativos anunciados e, em alguns casos, com produtos vencidos. A Vigilância Sanitária chegou a interditar a fábrica investigada, inicialmente de forma parcial e depois total. Mesmo assim, segundo o Ministério Público, a comercialização continuou. A apuração inclui crimes contra o consumidor e contra a saúde pública. 1 milhão de consumidores atingidos De acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda, mais de 300 empresas participavam da rede de distribuição dos produtos. As investigações identificaram mais de 1 milhão de CPFs de consumidores que adquiriram os suplementos, o que indica a dimensão do possível prejuízo. O faturamento identificado até agora ultrapassa R$ 400 milhões apenas nas vendas para consumidores finais. Desse total, cerca de 60%, algo entre R$ 240 milhões e R$ 250 milhões, era atribuído de forma fraudulenta à venda de e-books. Indícios de novas fraudes Auditores também identificaram inconsistências na produção dos suplementos. A quantidade de insumos adquiridos pela fábrica seria incompatível com o volume de produtos vendidos, levantando a suspeita de comercialização sem nota fiscal ou aquisição irregular de matéria-prima. Segundo o superintendente de Fiscalização da Secretaria de Fazenda, Carlos Renato Machado Confar, o esquema se sofisticou ao longo dos anos e mudou de estratégia para continuar operando. “Inicialmente, eles simulavam a venda de e-books para reduzir o pagamento de impostos, atribuindo a maior parte do valor das notas fiscais a esses produtos digitais, que têm imunidade tributária. Mas, mais recentemente, identificamos uma mudança no padrão. O grupo passou a realizar vendas sem emissão de nota fiscal, o que configura, em tese, sonegação direta”, afirmou. Ele também destacou a dimensão do esquema e o impacto para a população. “Já identificamos mais de 1 milhão de CPFs de consumidores que adquiriram esses produtos. É um potencial enorme de lesão, tanto do ponto de vista tributário quanto ao consumidor”, disse. Estrutura da operação Operação contra esquema de fraudes tributárias bloqueia mais de R$ 1,3 bilhão em MG e GO Reprodução/Redes Sociais A ação contou com a participação de uma força-tarefa envolvendo: 7 promotores de Justiça 5 delegados da Polícia Civil 68 auditores fiscais 73 policiais civis 26 policiais militares 8 bombeiros militares 2 agentes da Anvisa 2 agentes da Vigilância Sanitária LEIA TAMBÉM: Fraude de até R$ 2 milhões é investigada na Prefeitura de Divinópolis Homem que matou namorada tem histórico de agressões a mulheres Origem do nome O nome “Casa de Farinha” faz referência a uma fábrica retratada na novela “Três Graças” exibida na Rede Globo, associada a situações semelhantes às investigadas como produção irregular e funcionamento clandestino. Investigações continuam Segundo o CIRA-MG, o material apreendido será analisado para aprofundar as investigações e identificar outros envolvidos. A suspeita é de que o esquema tenha ramificações em outros estados e que práticas semelhantes estejam sendo utilizadas em diferentes setores da economia. ASSISTA: Fábrica clandestina de sabão em pó é fechada Fábrica clandestina de sabão em pó é fechada em Divinópolis VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

Fale Conosco