Locutor no Ar

announcer

Últimas Notícias

PF investiga como Flávio Bolsonaro descumpriu ordem de não deixar o Brasil; há suspeita de que o irmão Eduardo ajudou a despistar a fuga

PF investiga como Flávio Bolsonaro descumpriu ordem de não deixar o Brasil; há suspeita de que o irmão Eduardo ajudou a despistar a fuga

A Polícia Federal está investigando os detalhes de como Flávio Bolsonaro descumpriu a ordem de não deixar o Brasil. A Polícia Federal ainda não sabe como

11 minutos atrás
What are the investigations into Flávio Bolsonaro, the defeated presidential candidate who fled Brazil for the US?

What are the investigations into Flávio Bolsonaro, the defeated presidential candidate who fled Brazil for the US?

Flávio Bolsonaro Adriano Machado/Reuters Brazilian Senator Flávio Bolsonaro fled the country after losing the presidential election to Luiz Inácio Lula da Si

11 minutos atrás
VÍDEOS: AB2 desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026

VÍDEOS: AB2 desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do interior de Pernambuco.

12 minutos atrás
VÍDEOS: AB1 desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026

VÍDEOS: AB1 desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do interior de Pernambuco.

13 minutos atrás
Personal trainer suspeito de pressionar adolescente a se encontrar com 10 homens é preso em operação contra exploração sexual em Maricá

Personal trainer suspeito de pressionar adolescente a se encontrar com 10 homens é preso em operação contra exploração sexual em Maricá

Operação prende personal trainer suspeito de exploração sexual Polícia Civil Um personal trainer foi preso no bairro Jardim Atlântico, em Itaipuaçu, dist

13 minutos atrás
Justiça Federal inicia desocupação forçada da Terra Indígena Urubu Branco em MT

Justiça Federal inicia desocupação forçada da Terra Indígena Urubu Branco em MT

Operação prevê retirada de ocupantes não indígenas da Terra Indígena Urubu Branco, em MT A Justiça Federal determinou o início da desocupação da Terra

22 minutos atrás

Família cobra por justiça após mulher trans ser agredida em parque no Acre: 'Dor sem tamanho'

Família cobra por justiça após mulher trans ser agredida em parque em Rio Branco e A família de Hadassa Oliveira Marques, de 23 anos, cobra justiça após a...

Família cobra por justiça após mulher trans ser agredida em parque no Acre: 'Dor sem tamanho'
Família cobra por justiça após mulher trans ser agredida em parque no Acre: 'Dor sem tamanho' (Foto: Reprodução)

Família cobra por justiça após mulher trans ser agredida em parque em Rio Branco e A família de Hadassa Oliveira Marques, de 23 anos, cobra justiça após a jovem ser gravemente ferida no Parque São Francisco, em Rio Branco, no último domingo (25). A irmã da vítima, a técnica de enfermagem Rafaela Oliveira, divulgou um vídeo denunciando o caso. A vítima é uma mulher trans. (Veja vídeo acima) O Ministério Público do Acre (MP-AC) divulgou que o Centro de Atendimento à Vítima (CAC) acompanha o caso. A equipe mantém contato com a assistêncial social do Pronto-Socorro de Rio Branco, onde Hadassa está internada. "A jovem permanece internada na clínica cirúrgica e, no momento, não pode receber visitas", diz parte da nota. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp A reportagem tentou contato com a Polícia Civil, contudo, até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) disse que a vítima foi encontrada caída de lado e desacordada. Hadassa sofreu fraturas no maxilar, nariz e na região dos ouvidos. No vídeo divulgado, Rafaela relatou o sofrimento dos familiares e contestou informações divulgadas sobre a ocorrência. Até a tarde dessa terça-feira (27), as circunstâncias da agressão e a identidade do responsável ainda não haviam sido informadas. Família de Hadassa Marques, 23 anos, pede justiça após ela ser agredida no Parque São Francisco, em Rio Branco Arquivo pessoal Ainda conforme Rafaela, a família vive momentos de angústia desde o ataque. "Está sendo muito difícil para a nossa família e e meus pais verem a filha deles no hospital com o rosto literalmente desfigurado. É uma dor sem tamanho”, declarou. Conforme a cabeleireira e amiga da vítima, Antonella Albuquerque, a situação em que a jovem se encontra é crítica. "Estive agora [terça, 27] tarde visitando ela na Pronto-Socorro de Rio Branco e é muito triste ver minha companheira de luta naquele estado, toda deformada. Já acionamos o Ministério Público", disse. LEIA MAIS: Assessor parlamentar agride eletricista durante discussão em condomínio no Acre: 'Merece porrada' Ligação de emergência auxilia no resgate de mulheres vítimas de violência no Acre; veja como denunciar Empresário é condenado por agredir e ameaçar ex-Miss Universo Rio Branco após crise de ciúmes Em nota, a Associação das Travestis, Mulheres e Homens Trans do Acre (Attrac) manifestou repúdio pela agressão sofrida por Hadassa. A associação também relatou que a forma como a mulher trans foi noticiada na mídia foi desumano. "Isso é inadmissível é transfobia", diz trecho. (Leia mais abaixo) Além disso, a irmã ressaltou que nenhuma desavença ou divergência política justificaria a violência sofrida por Hadassa. "Se foi briga, se foi desavença no trabalho ou questão política, nada justifica uma crueldade dessa. Quebraram o maxilar, o nariz, o ouvido dela, literalmente acabaram com a minha irmã. Ninguém tem o direito de machucar e torturar uma pessoa até esse ponto", afirmou. Família não foi ouvida Ainda no vídeo, Rafaela questiona informações divulgadas sobre a agressão. Segundo ela, a Polícia Militar foi acionada, e a família possui registros das ligações feitas para o serviço de emergência. Contudo, a Polícia Militar disse que não há relato dessa ocorrência. “Disseram que a polícia não foi acionada. Mentira, porque a gente tem prova, a gente tem as ligações", afirmou no vídeo. Irmã denunciou que Hadassa, mulher trans, foi tratada no masculino em reportagens Arquivo pessoal Outra reclamação da família é sobre a divulgação do nome de batismo da vítima. De acordo com Rafaela, sites locais trataram Hadassa no masculino. A familiar criticou a forma como a identidade de gênero da jovem foi retratada e pediu respeito à vítima. "Trataram a minha irmã todo o tempo no masculino: ‘ele, ele, ele", declarou. Rafaela também lamentou os comentários publicados nas redes sociais, que, segundo ela, transformaram o sofrimento da família em motivo de piadas e disputas políticas. 'A gente não vai se calar. Graças a Deus, a minha irmã está viva por um milagre", disse. Nota da Attrac A ATTRAC repudia a agressão sofrida pela companheira Hadassa e a desumanização de meios de comunicação. Agressão física é crime. Hadassa foi agredida e, em seguida, teve seu 'nome morto' exposto por veículos de comunicação, numa tentativa abjeta de anular sua identidade. Isso é inadmissível, é crime de transfobia. O desrespeito ao nome social é uma forma de violência e silenciamento. Hadassa, nós estamos com você. Exigimos justiça para Hadassa e para todas as vítimas da transfobia. A ATTRAC continuará firme na defesa de nossos direitos, na promoção da igualdade e no combate à discriminação. Por um Acre livre de transfobia e com Justiça para Hadassa! O desrespeito é crime. Hadassa vive / transfobia é crime. Rio Branco, Acre, 27 de Outubro de 2026 Reveja os telejornais do Acre

Fale Conosco