Caminhoneiro embriagado é preso após atropelar e matar criança de 12 anos no Paraná
Caminhoneiro é preso após atropelar e matar criança, em Cascavel Um caminhoneiro foi preso após atropelar e matar Carlos Eduardo Carmargo dos Santos, de 12
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Dividido, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem decisões polêmicas pela frente nesta reta final de semestre. Essas decisões podem aprofundar essa divisão, ter influência na política em ano eleitoral e determinar a força do ministro André Mendonça no comando do inquérito do Banco Master. Esses temas que envolvem, por exemplo, a prisão de parentes do banqueiro Daniel Vorcaro e mudanças na Lei da Ficha Limpa, podem, por outro lado, melhorar a imagem desgastada do STF (entenda mais abaixo). Agora no g1 Prisão de Henrique e Felipe Vorcaro: o ministro Gilmar Mendes precisa devolver para julgamento a liminar de André Mendonça que determinou a prisão do pai e do primo de Daniel Vorcaro. A expectativa no STF é se o resultado dará mais força ao relator ou pode gerar um empate, caso Nunes Marques e Gilmar Mendes votem contra a prisão dos dois, o que teria reflexos em novas decisões de André Mendonça no inquérito do Master. Mudanças na Lei da Ficha Limpa: Gilmar Mendes também pediu vista no julgamento da ação contra a lei aprovada no Congresso que beneficia políticos que, hoje, estão inelegíveis; entre eles, Eduardo Cunha e José Roberto Arruda. Futuro da eleição no Rio: o STF pode decidir antes do recesso como fica a eleição no Rio de Janeiro, depois de o TSE ter confirmado a inelegibilidade de Cláudio Castro, mas ter reconhecido sua renúncia; fica a dúvida, o Rio precisa ter uma eleição direta ou indireta, mas tudo leva a crer que vai ficar tudo como está, com o desembargador Ricardo Couto ficando no governo até o final do ano. André Mendonça no STF Victor Piemonte/STF Além desses itens, outro assunto que gera tensão dentro do STF é a delação premiada do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que entra numa semana decisiva. A Polícia Federal e a Procuradoria Geral da República (PGR) devem dar resposta nesta semana se aceitam ou não a nova proposta de delação de Daniel Vorcaro, depois de a primeira ter sido rejeitada. Os advogados de Vorcaro dizem que entenderam o recado e mandaram o seu cliente aprofundar nas revelações, o que deve incluir por que e como ele decidiu financiar o filme "Dark Horse". A depender do que for dito, pode ter influência direta na campanha presidencial, atingindo o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. Entre bolsonaristas, há uma expectativa que Daniel Vorcaro também conte sobre suas relações com o PT da Bahia e nomes de ex-assessores de Lula contratados pelo banqueiro, como Guido Mantega e Ricardo Lewandowski. Enquanto isso, investigadores continuam pressionando Daniel Vorcaro a contar mais e fazer adendos à sua segunda versão de colaboração premiada. Seguem dizendo que ele não está contando tudo que sabe e precisa, se quiser mesmo um acordo, realmente colaborar. Em Brasília, o mundo da política continua torcendo para que a colaboração premiada seja recusada.