Dezessete pessoas são presas em ação policial contra tráfico de drogas na Lapa, no Centro do Rio
17 presos em ação contra o Comando Vermelho No Rio de Janeiro, o bairro histórico da Lapa foi cenário de uma ação da polícia contra o tráfico de drogas.
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Confira os destaques desta edição.
Quadrilha que furtava carga de trens é presa no interior de São Paulo Uma quadrilha que furtava trens de cargas foi presa em São Paulo. O trem seguia normalm
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Israel mata chefe de Segurança Nacional do Irã, um dos nomes mais importantes do regime dos aiatolás. Diretor de contra terrorismo americano renuncia ao carg
Chefe de combate ao terrorismo pede demissão e diz que Irã não era uma ameaça aos EUA Dentro de casa, Donald Trump teve uma baixa no governo. O diretor da p...
Chefe de combate ao terrorismo pede demissão e diz que Irã não era uma ameaça aos EUA Dentro de casa, Donald Trump teve uma baixa no governo. O diretor da principal agência de combate ao terrorismo renunciou ao cargo. Ele criticou a decisão dos Estados Unidos de ir à guerra e expôs a divisão no Partido Republicano - isso em um ano de eleição. Joe Kent, do Partido Republicano, do presidente Donald Trump, publicou em uma rede social a carta de demissão: “Não posso, em sã consciência, apoiar a guerra no Irã. O Irã não era uma ameaça iminente à nossa nação, e ficou claro que começamos esta guerra por pressão de Israel e de seu poderoso lobby nos Estados Unidos”, escreveu. Kent também comparou a ofensiva com a guerra do Iraque, em 2003, que chamou de desastrosa. Disse que é um veterano do Exército, enviado a onze missões fora do país – entre elas, o Iraque – e que perdeu a mulher em combates na Síria, em 2019. Donald Trump nomeou Joe Kent para o cargo de diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo no começo do mandato, há um ano. O Senado aprovou a nomeação em julho só com votos republicanos. Naquela época, a imprensa americana já citava que Kent apoiava teorias da conspiração, era ligado a associações de supremacia branca e extrema-direita, e um representante ferrenho dos apoiadores de Trump do grupo MAGA, que significa “Faça a América Grande Novamente”. A vertente é contra o envolvimento americano em conflitos externos. Mesmo com as críticas de parte da base mais radical de Trump à guerra contra o Irã, até agora não havia uma dissidência pública dentro do governo americano. Isso mudou nesta terça-feira (17), com a saída abrupta do diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo. Diretor de contraterrorismo americano renuncia ao cargo e diz que Irã não representava ameaça iminente aos Estados Unidos Jornal Nacional/ Reprodução A carta de Joe Kent alimentou as críticas da oposição. O senador democrata Mark Warner, do Comitê de Inteligência, disse que o histórico de Kent era preocupante e que nunca deveria ter sido aprovado para o cargo. Mas que concorda em parte com o que ele disse. A porta-voz da Casa, Karoline Leavitt, disse que a carta traz muitas afirmações falsas. Segundo a porta-voz, Trump tinha evidências fortes e convincentes de que o Irã iria atacar os Estados Unidos primeiro e chamou de “insultante e risível” a alegação de que Trump tenha tomado a decisão por influência de outros países. Dezessete dias antes de Israel e os Estados Unidos atacarem o Irã, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a Casa Branca. Netanyahu afirma há anos que o Irã representa uma ameaça existencial aos israelenses por pregar a destruição de Israel. Trump sempre negou ter sido pressionado a iniciar a guerra e afirma que a decisão foi dos Estados Unidos. Questionado nesta terça-feira (17) sobre o pedido de demissão de Kent, Donald Trump disse: “Sempre achei que ele fosse fraco em segurança. É bom que ele esteja fora, porque ele disse que o Irã não representava uma ameaça. O Irã era, sim, uma ameaça”. LEIA TAMBÉM Diretor de Centro de Contraterrorismo dos EUA renuncia: 'Não posso apoiar a guerra em curso no Irã' 'Esta guerra não é nossa': a divisão na base de Trump após decisão de atacar o Irã