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Dia Nacional do Orgulho Gay: pessoas da comunidade apontam dificuldades para entrar mercado de trabalho em Presidente Prudente
Dia Nacional do Orgulho Gay: pessoas da comunidade apontam dificuldades para entrar mercado de trabalho em Presidente Prudente (Foto: Reprodução)

Dia Nacional do Orgulho Gay: combate à discriminação ganha foco no mercado de trabalho O Dia Nacional do Orgulho Gay é celebrado nesta quarta-feira (25). A data reforça o respeito e a inclusão da comunidade LGBTQIA+ na sociedade. No entanto, moradores de Presidente Prudente (SP), que fazem parte da sigla, lamentam dificuldades de ingressarem no mercado de trabalho. Atualmente trabalhando como videomaker, Diego Lacal, de 20 anos, é um homem trans que sonhava em seguir carreira na pedagogia. O interesse surgiu após enfrentar episódios de preconceito durante o período escolar, o que despertou nele o desejo de contribuir para um ambiente mais acolhedor a outros alunos. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Mas logo no primeiro estágio na área, elefoi desencorajado por uma professora, que lhe disse ser “uma má influência para os alunos”. “Eu não pude fazer o meu estágio. Ela [a professora] me trocou de sala, foi bem horrível. Eu perdi todo o encanto e desisti da faculdade agora”, relembra. Outro caso citado por Diego foi quando ele trabalhava em uma empresa, logo no primeiro dia, quando foi utilizar o banheiro. “O meu supervisor entrou no banheiro e fez umas perguntas constrangedoras para mim.” Na mesma empresa, Diego passou por mais uma situação desconfortável ao ver que o crachá ainda estava com o nome de batismo, mesmo ele já tendo feito a retificação para atualizar o nome. “Mesmo assim, no meu crachá e no sistema do trabalho, ainda era o meu nome morto.” O videomaker Diego Lacal, de 20 anos, é um homem trans e sonhava em seguir carreira na área de pedagogia Reprodução/TV TEM 'Preconceito ainda é muito grande' “Além de muitas situações com clientes, com próprios funcionários, perguntas indecentes ou comentários sobre outros clientes que também eram trans, [feitos] do meu lado, como se eu não estivesse ali. Era bem desconfortável trabalhar naquela situação”, continua Diego. Foi então que a ideia de trabalhar como videomaker surgiu, após apoio da família, já que a mãe de Diego é fotógrafa. “Hoje é muito bom porque eles veem o meu trabalho, o que eu faço, e não quem eu sou fora daquilo. Acho que ninguém precisa falar sobre isso. O que a gente tem no nosso corpo ou não gosta do nosso corpo. O preconceito ainda é muito grande." “Eu sempre fui gentil com todo mundo. Nunca fiz nada de errado na minha vida e, mesmo assim, eu sou visto como se eu fosse um criminoso. Eu me sinto um criminoso, às vezes. A pessoa trata a gente como se a gente fosse inferior a eles. Eu gostaria do mesmo respeito com que eu trato as pessoas”, completa Diego. Kayetty Ortega, de 29 anos, que se identifica como travesti, também relata ter vivenciado situações de preconceito. Com diferentes habilidades, atua como cabeleireira e maquiadora, além de já ter trabalhado como atendente e faxineira. Trabalho, emprego, LGBTQI+, profissão, carteira de trabalho, gays, lésbicas Letícia Paris/g1 Falta de oportunidade À TV TEM, Kayetty explica que desenvolveu essas múltiplas competências como forma de se qualificar e ampliar as chances de conquistar uma oportunidade de trabalho com carteira assinada. “Eu sempre sofri muito preconceito dentro do mercado de trabalho por ser uma pessoa gorda e travesti. Já passei por constrangimentos também de entregar o currículo e depois saber que a dona disse que jamais ia querer um ‘traveco’ trabalhando na empresa dela.” Kayetty reforça que o termo “traveco” é pejorativo e errado: “Você nunca se dirija a uma travesti chamando-a de traveco.” Além da identidade de gênero, Kayetty sofre preconceito por ser gorda. “Nós só queremos trabalhar, só queremos uma oportunidade. A transfobia é o que mais mata. Nós somos travestis e somos pessoas normais. Não sou um monstro, sou uma pessoa normal. E eu só quero uma oportunidade de emprego. A gente acaba desanimando ao conseguir um serviço registrado em um lugar seguro para trabalhar”, afirma. Kayetty Ortega, 29 anos, se identifica como travesti e deseja trabalhar com carteira assinada Reprodução Na região de Presidente Prudente, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu denúncias relacionadas a irregularidades cometidas por empresas, devido à sexualidade e identidade de gênero dos trabalhadores. Em 2023 foram dois casos e um caso em 2024. A homofobia e transfobia passaram a ser consideradas crime pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em decisão de junho de 2019, ao serem enquadradas no crime de racismo, ao considerar: praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito" em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime; a pena será de um a três anos, além de multa; se houver divulgação ampla de ato homofóbico em meios de comunicação, como publicação em rede social, a pena será de dois a cinco anos, além de multa. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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