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Copom afirma que guerra no Oriente Médio está entre os fatores que vão determinar o futuro da taxa de juros do Brasil
Copom afirma que guerra no Oriente Médio está entre os fatores que vão determinar o futuro da taxa de juros do Brasil (Foto: Reprodução)

Copom afirma que guerra está entre fatores que vão determinar futuro da selic O Comitê de Política Monetária do Banco Central afirmou que a guerra está entre os fatores que vão determinar o futuro da taxa de juros do país. Na avaliação do Copom, o conflito elevou as incertezas sobre a economia global e pressiona a inflação. O cenário é de cautela. A redução da taxa de juros em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75%, na semana passada pelo Copom – o primeiro corte em quase dois anos – já indicava o que foi detalhado na ata da reunião divulgada nesta terça-feira (24). O documento cita que “as expectativas de inflação que vinham em declínio subiram após o início do conflito no Oriente Médio” e diz também que o resultado do PIB no último trimestre de 2025 mostra a desaceleração esperada na economia, mas que o desemprego em baixa e o aumento de renda podem pressionar os preços. Acrescenta, ainda, que “o início do ciclo de cortes foi apropriado, depois de um longo período de juros elevados”. Mas o Copom não indicou os próximos passos da política monetária; só vai decidir se vai voltar a reduzir a Selic à medida que novas informações forem incorporadas às análises. “O mercado percebeu que o desabastecimento de petróleo global acabaria elevando as pressões inflacionárias e, com isso, o custo de transporte de todos os produtos, basicamente da economia, também se encarece.”, afirma Renan Pieri, professor de Economia da FGV. A ata do Copom seguiu na linha de outros bancos centrais no mundo. “O Banco Central da Inglaterra, o do Japão, ressaltaram que precisam de mais informações para poder compreender a evolução da economia e, assim, tomar decisões mais calibradas. E aí, acho que é o ponto: no atual momento, a cautela é a palavra para os banqueiros centrais”, diz Gustavo Sunng, economista-chefe da Suno. Copom afirma que guerra no Oriente Médio está entre os fatores que vão determinar o futuro da taxa de juros do Brasil Jornal Nacional/ Reprodução Uma outra preocupação do Copom é com a política fiscal. O texto diz que "o aumento do crédito e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros". “A dívida do governo brasileiro tem aumentado muito nos últimos anos. O Copom dá sinais, inclusive na ata, de que a gente não fez completamente o dever de casa”, afirma Renan Pieri. A ata do Copom não surpreendeu os economistas. Nesta terça-feira (24), o mercado operou em compasso de espera, enquanto acompanha uma possível negociação entre os Estados Unidos e o Irã. O preço do barril de petróleo, que tinha caído na segunda-feira (23), voltou a subir e a fechar acima dos US$ 100. A bolsa brasileira encerrou em alta, com valorização das ações da Petrobras. E a cotação do dólar comercial subiu para R$ 5,25. Os economistas dizem que, até o fim do conflito, a incerteza e a volatilidade devem ser constantes nos mercados. “A esperança do mercado, e nossa, é que o conflito se encerre em breve. É muito difícil a gente descobrir como vai reagir o mercado amanhã ou depois de amanhã, porque está vivendo de declarações", diz Gustavo Sung. LEIA TAMBÉM Banco Central diz que guerra exige política de juros restritiva e não dá mais indicações sobre próximos passos Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75% ao ano

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