Locutor no Ar

announcer

Últimas Notícias

Nomeados em concurso do quadro geral de Palmas têm 30 dias para posse; veja o passo a passo

Nomeados em concurso do quadro geral de Palmas têm 30 dias para posse; veja o passo a passo

Prédio sede da prefeitura de Palmas Lia Mara/Prefeitura de Palmas Foram nomeados 120 aprovados do cadastro reserva do concurso público do quadro geral da Pref

10 minutos atrás
Há 20 dias acamado em oficina, homem com mais de 200 kg espera atendimento médico em Cuiabá

Há 20 dias acamado em oficina, homem com mais de 200 kg espera atendimento médico em Cuiabá

Paciente obeso e acamado aguarda atendimento médico especializado em Cuiabá Há cerca de 20 dias, o mecânico Renato Jesus Pinto, de 55 anos, está acamado em

10 minutos atrás
Ressaca destrói trecho de calçadão da Praia Campista, em Macaé; VÍDEO

Ressaca destrói trecho de calçadão da Praia Campista, em Macaé; VÍDEO

Ressaca destrói trecho de calçadão da Praia Campista, em Macaé Parte do calçadão da Praia Campista, em Macaé, no Norte Fluminense, desabou na manhã dest

12 minutos atrás
Homem investigado por tráfico de drogas é preso dentro de faculdade em Caxias

Homem investigado por tráfico de drogas é preso dentro de faculdade em Caxias

Homem investigado por tráfico de drogas é preso dentro de faculdade em Caxias Divulgação/Polícia Civil do Maranhão Um homem de 26 anos foi preso na noite

14 minutos atrás
EUA ampliam sanções contra presidente de Cuba e atingem familiares dos Castro

EUA ampliam sanções contra presidente de Cuba e atingem familiares dos Castro

Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, diz estar pronto para defender o país dos Estados Unidos durante o 65º aniversário da vitória da invasão na Baía d

15 minutos atrás
Motociclista morre atropelado por motorista de caminhão inabilitado em BH; vídeo mostra acidente

Motociclista morre atropelado por motorista de caminhão inabilitado em BH; vídeo mostra acidente

Motociclista morre atropelado por motorista de caminhão inabilitado em BH Um motociclista de 28 anos morreu após ser atingido por um caminhão na tarde desta

15 minutos atrás

Agentes da polícia presos tentaram ficar com parte de dinheiro de tráfico que seria entregue a delegado na PB

Operação prende delegado e agentes da Polícia Civil em João Pessoa Dois investigadores da Polícia Civil da Paraíba, presos por participar de uma organiza...

Agentes da polícia presos tentaram ficar com parte de dinheiro de tráfico que seria entregue a delegado na PB
Agentes da polícia presos tentaram ficar com parte de dinheiro de tráfico que seria entregue a delegado na PB (Foto: Reprodução)

Operação prende delegado e agentes da Polícia Civil em João Pessoa Dois investigadores da Polícia Civil da Paraíba, presos por participar de uma organização criminosa que desviava drogas da corporação após operações, e revendia ilegalmente, tentaram, dentro desse esquema, ficar com parte do dinheiro de uma venda de drogas que seria destinado ao delegado Braz Morroni, também preso após autorização da Justiça da Paraíba. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O relato do acontecido está descrito na decisão da Justiça que autorizou as prisões e os mandados de busca e apreensão na Operação Perfidus. Ao todo, foram nove presos na terça-feira (2), entre integrantes da polícia e de uma facção criminosa. O g1 teve acesso a este material. No documento, é descrito que um dos agentes presos, Everton Aires, em 8 de dezembro de 2025, "reclamou de cobranças de drogas feitas pelo delegado" e ainda "planejou omitir do chefe uma venda de R$ 18 mil". O outro agente é Eduardo Jorge Ferreira, conhecido como "Mão Branca". O chefe, no caso, era considerado o próprio Braz Morroni, segundo o documento da Justiça, por conta do cargo maior que ele tinha dentro da corporação em relação aos agentes. O documento afirma ainda que essa trâmite aconteceu com objetivo de "reter a cota do delegado e reinvestir no tráfico". No entanto, 22 dias depois do recebimento do dinheiro oriundo da venda ilegal das drogas desviadas, a Justiça afirma que "Braz Morroni compareceu pessoalmente à delegacia para arrecadar sua cota em dinheiro". Transferências financeiras feitas por Everton Aires, um dos integrantes dessa organização criminosa, para contas ligadas ao delegado, além de conversas interceptadas que indicariam a reserva de uma parcela dos lucros para Braz em operações de tráfico e comércio ilícito de drogas. A investigação sustenta que Braz Morroni recebia repasses de dinheiro provenientes das negociações realizadas pelos dois investigadores, cobrava rapidez na recuperação de valores referentes a drogas vendidas a prazo e utilizava sua posição hierárquica para oferecer proteção institucional ao grupo. O que dizem as defesas Em contato com o g1, a defesa do delegado Braz Morroni disse que a decisão da Justiça citada que fala sobre a suposta ida do investigado para a delegacia recolher uma cota da venda de drogas, "se baseou integralmente nos relatórios policiais" e que, estes, "se utilizam de conversas indiretas, entre os agentes de policia e outros invstigados" e que "não há uma única conversa do delegado com qualquer dos envolvidos em todos os relatórios policiais". O advogado disse também que "isso revela que a Polícia Civil errou ao não fazer a devida individualização das condutas entre o delegado e os demais investigados". Ele afirmou também que o delegado "está sendo preso e injustamente acusado antes mesmo de ser ouvido, exercer o contraditório ou de que a investigação esteja encerrada". A defesa também disse que "repudia todas as presunções que se baseiam exclusivamente em conversas de terceiros" e que "não há uma única conversa que mostre o seu envolvimento em qualquer prática ilícita, e ao longo da investigação todos os fatos restarão devidamente esclarecidos e a inocência do delegado com efetivo serviço prestado no combate ao crime será evidenciada". Procurada, a defesa dos agentes da polícia disse que os "investigados negam categoricamente a prática dos fatos que lhes são atribuídos e confiam que, ao final da apuração, a verdade será devidamente esclarecida". Além disso, a defesa também afirma que "as prisões decretadas possuem natureza temporária, instituto jurídico voltado exclusivamente a subsidiar o andamento das investigações, não representando qualquer juízo de culpa". Delegado está preso, mas tenta prisão domiciliar A defesa do delegado Braz Morroni solicitou à Justiça da Paraíba, durante audiência de custódia, a conversão da prisão dele, em caráter temporário, para prisão domiciliar humanitária, alegando que ele foi diagnosticado com câncer de prostáta. O pedido, conforme documento que o g1 teve acesso, era baseado em documentos de saúde de 2023 e 2024, com informações de que ele foi diagnosticado com câncer de próstata e submetido a uma cirurgia naquele período. A juíza destacou que não foi anexado nenhum laudo ou relatório médico atualizado de 2026 que demonstrasse o reaparecimento da doença, complicações em curso ou um quadro atual de extrema debilidade física. A magistrada da audiência de custódia, Michelini de Oliveira Dantas, da 1ª Vara Regional de Garantias de João Pessoa, também ressaltou que o exame traumatológico realizado no dia da audiência atestou a integridade física do custodiado e não registrou qualquer lesão ou queixa de debilidade que viesse a justificar a conversão em domiciliar. Braz Morroni foi mantido preso em caráter temporário, por 30 dias, e encaminhado para o Presídio Especial do Valentina, na capital do estado. Um outro argumento utilizado pela juíza da audiência para indeferir a conversão da prisão foi de que, com exceção de casos urgentes e específicos, não é possível analisar pedido de prisão domiciliar humanitária pela audiência de custódia e, sim, no âmbito do processo que autorizou a prisão inicial. No caso, quem deve avaliar o mérito do pedido é a 2ª Vara de Garantias de João Pessoa. Ao g1, a defesa do delegado disse que o mérito vai ser avaliado pela juíza Conceição Marsicano, titular da Vara, que emitiu os mandados de prisão temporários para o delegado e os outros alvos da operação. Ele afirmou também que, inicialmente, a juíza pediu vistas do processo para que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) emita um parecer sobre a concessão da prisão domiciliar ao delegado. Somente após este parecer ela deve definir o mérito do pedido. LEIA TAMBÉM: Investigação que levou à prisão de delegado na PB começou após denúncia de traficante, diz polícia Quem é quem em esquema que levou à prisão de delegado na PB Delegado preso em operação será afastado e pode ser expulso da Polícia Civil Operação Perfídus Operação Perfídia foi deflagrada na manhã desta terça-feira (2) Divulgação/Polícia Civil A operação investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 10 milhões dos investigados. Um dos agentes presos é Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como "Bomba" ou "Bombado". De acordo com a Polícia Civil, ele é apontado como operador central da organização e fazia a ponte entre policiais e traficantes. O segundo agente é Eduardo Jorge Ferreira do Egito, conhecido como "Mão Branca". O investigador é apontado como participante direto de subtrações de drogas e teria monitorado carregamentos, utilizado rastreadores e escondido drogas em casa. Outros presos da operação: João Wicttor Alves de Lima; Brendo Roberth Fernandes Sobral; Paulo Ricardo Barbosa de Souza ("Galinha"); José Alexandrino de Lira Júnior ("Júnior Lira"); Vanessa Dantas Fernandes; Dankennedy Vieira Brito da Silva ("Babau"). As defesas dos suspeitos não foram localizadas. Quem é o delegado Braz Morroni Delegado Braz Morrone está entre os presos da operação Reprodução/TV Cabo Branco O delegado Braz Morroni atua na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT), em João Pessoa. Com mais de 20 anos de carreira, o delegado já passou por outras delegacias, como a de Repressão a Entorpecentes. Segundo as investigações, a organização criminosa contaria com a participação de agentes públicos que utilizavam a estrutura do Estado para favorecer atividades criminosas. O nome da operação, Perfídia, significa "traição" ou "deslealdade" e faz referência à conduta atribuída aos investigados. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Fale Conosco